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Enquanto isso, no mundo das redes sociais

E o Google Plus se alinha a Mark Twain, que em 1897 cunhou a célebre frase: “o relato sobre minha morte é um exagero”. A rede social do Google que reportadamente custou meio bilhão de dólares para ser desenvolvido, foi, e é, provavelmente um dos maiores fracassos do Google.

google-photosQuando a empresa começou a desmembrar em produtos independentes, coisas que faziam parte da rede social, como o Hangouts, e principalmente o Photos, formou-se um forte boato de que a Google Inc. estava finalmente desistindo da rede. Mas agora em novembro veio a supresa, o Google Plus ganhou uma atualização visual e centrou foco em torno das já existentes ‘Comunidades’ (sua versão de Fanpages), e lançou as ‘Coleções’, que centralizam posts em torno de tópicos que podem ser seguidos, lembrando o Pinterest.
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Aliás, se você não visita o Google Plus há algum tempo, vale a pena testar o novo visual, e principalmente as ditas ‘Coleções’, encontrei alguns tópicos bem interessantes (dica: use a busca).

Prints to Faceboko Articles

E enquanto isso o Facebook segue seu plano de dominação internet. Não, não é uma figura de linguagem, a ambição da rede social é que fazer com que todos os usuários não saiam de seu ecossistema em momento algum, nem na hora de consumir conteúdo de terceiros. Para isto, ela criou há alguns meses o ‘Instant Articles’ (Artigos Instantâneos), uma ferramenta para que produtores de conteúdo escolhidos a dedo, pelo menos no início, façam publicações multimídia que possam ser consumidos dentro do próprio aplicativo móvel do Facebook.

A novidade é que o Articles, que já está liberado em outros países, está em vias de ser liberado aqui para a América Latina. Além disso, o Facebook vai liberar o uso de uma ferramenta para streaming online de vídeo, nos moldes do Periscope, e outra para que se façam colagens de vídeos e fotos.

Se você é do tipo desbravador, listo abaixo algumas outras redes sociais que vêm lutando por um lugar ao sol. Mas como disse Peter Thiel, no livro ‘Zero e Um’: “O próximo Zuckerberg, não criará uma rede social”, frase que se encaixa perfeitamente a estas três redes que são mais ou menos, mais do mesmo…

This.cm – é uma rede que funciona da forma oposta ao que faz hoje, ela permite a publicação de UM LINK por dia, ou seja, ela quer que você, e seus amigos, publiquem o que encontrar de melhor na internet.

Ello – da nova safra de redes sócias é a mais antiga, foi lançada há pouco menos de dois anos, e se diz ‘anti-publicitária’ (ainda é um mistério como fará para sobreviver).

Tsu.co – ao contrário do Ello, esta é uma rede completamente monetarista, ela se propõe a pagar aos usuários, mas é famosa mesmo por ter tido a URL banida do Facebook no dia do lançamento.

Já as redes sociais abaixo, se você não conhece, fica a sugestão: visite-as, vale a pena!

Skoob – é uma rede social nacional, para amantes de livros. Ela permite o gerenciamento de listas do que você quer ler, já leu ou está lendo. Conta com vários reviews, você mesmo pode fazer alguns se quiser, e até mesmo com uma comunidade para troca de livros.

Skoob, uma rede social para quem gosta de livros

Skoob, uma rede social para quem gosta de livros

Medium – é uma rede para quem curte leitura de contos e artigos mais longos, é o ambiente natural dos ‘textões’, muitos formadores de opinião usam a rede para publicações mais elaboradas, ela e se propõe a ser uma plataforma de blogs. Ela incomodou tanto, que o Facebook reformulou seu app ‘Notas’ para ficar parecido com ela.

Periscope – pertencente ao Twitter, ela permite o streaming de vídeos em tempo real, com possibilidade de interação com seus seguidores.

Quora – é a rede onde estão respondidas as mais absurdas, curiosas e impressionantes questões. Seu único ‘porém’ é ser inteiramente em inglês. Mas trata-se de uma excelente fonte de pesquisa.

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Snapchat – é uma rede social com conteúdo que só fica disponível por um determinado tempo, tem feito muito sucesso na ‘Geração Y’, até mesmo porque aparentemente ninguém além dela, consegue entender perfeitamente sua dinâmica (me desculpem, eu não sou da geração Y) – funciona apenas via app em iOS e Android.

Enfim, tem muita coisa bacana para ser explorada, pena que o dia não tem 30 horas 😉

 


Por Gilberto Soares Filho,
consultor de TI, programador,
e entusiasta de redes sociais.

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Streaming, o futuro do consumo de audiovisuais.

Eu já não lembro mais da última vez que precisei organizar meu tempo para estar em frente a uma televisão para assistir algo que não fosse um evento esportivo. Sério. Desde que a Netflix foi lançada no Brasil, em meados de 2011, venho cada vez mais me acostumando a fazer minha própria programação. Assisto ao que quero, quando quero, e como quiser.

netflix

Ainda não me juntei ao movimento dos “Cord Cutters”, aqueles que cancelaram suas assinaturas de TV a Cabo, confesso, em grande parte porque minha operadora de TV a Cabo tem uma grande parte de sua programação disponível em um serviço sob demanda, e em parte porque alguns poucos canais pelos quais ainda costumo, raramente, zapear ainda não estão disponíveis por streaming.

Mas isto está mudando rápido.

Primeiro a HBO anunciou que seu serviço de vídeo sob demanda, HBO Go, que dá acesso a mais de 2000 títulos da programação dos canais da empresa, e disponível no momento apenas para quem tem assinatura do canal em algum plano da Net, Sky ou Claro HDTV, poderá ser contratado de forma independente, para consumo em aplicativos móveis, smartTVs, mídia players como o Chromecast, e computadores.

hbogo

A política, que já é adotada pela empresa nos EUA, começará agora a ser implantada na América Latina, representa o rompimento de um modelo de negócios existente há tempos, saltando o intermediário (serviço de TV a Cabo), e vendendo o serviço direto a quem importa, o consumidor final.

Da mesma forma, a Rede Globo de Televisão liberou, terça-feira passada (3/11/15), seu aplicativo chamado Globo Play, que permite o acesso através de, novamente, plataformas móveis, Smart TVs e computadores, à sua programação através da internet. A empresa trabalhará com um modelo chamado ‘freemium’, em que parte da programação, como os telejornais e programas de variedades, são gratuitos e podem ser vistos até sem cadastro. Outros programas, como as novelas, minisséries e produções da empresa, mesmo que fora do ar, estarão disponíveis, alguns até me 4k, para quem pagar uma assinatura de R$12,90/mês.

globoplay

Nesta primeira fase do aplicativo, quem for do Rio e São Paulo, também poderá ver o conteúdo que é transmitido ao vivo pela emissora, posteriormente o serviço, chamado ‘simulcast’, será estendido para outros estados.

Streaming já o futuro dos audiovisuais. A Netflix não apenas têm produzido séries fantásticas, como Narco e House of Cards, esta última ganhadora de vários Emmys, este ano ainda faturou um prêmio no festival de cinema de Veneza, com ‘Beasts of No Nation’, seu primeiro filme em longa-metragem, lançado simultaneamente nos cinemas e no serviço.

Ahhhh, antes que me esqueça, o Youtube também está na baila, com o Youtube Red, uma opção paga do serviço, sem anúncios, que em breve estará disponível no Brasil.

music

E isto falando apenas em termos de vídeo, se formos abordar os vários serviços de áudio, como Spotify, Rdio, Deezer, e Napster para citar alguns, descobriremos que uma pesquisa recente disse que estes serviços, mais especificamente o Spotify, estão diretamente ligados à redução de pirataria de música!

Que época para se viver, meus amigos!


Por Gilberto Soares Filho,
consultor de TI, programador,
e usuário fiel de serviços de streaming.

Pebble Smartwatch

Seis gadgets que são belos exemplos da Internet das Coisas

Semana passada, nós fizemos uma breve introdução sobre a Internet das Coisas, e prometemos para esta uma listagem de alguns produtos que já existem e estão disponíveis no mercado, e vocês vão ver como a diversidade é grande. E lembre, o que segue abaixo é apenas uma pequena curadoria de produtos que selecionamos, as possibilidades são ilimitadas.

Nest – Termostato inteligente.

Termostato Nest

Um dos campeões de vendas não faz muito sentido para a maioria de nós, brasileiros, mas em países que se usa calefação ou ar-condicionado central, faz todo sentido do mundo, é o Nest, um termostato inteligente. O que ele faz? Bem, o termostato é utilizado para informar ao condicionador de ar quando resfriar ou aquecer um ambiente, o Nest aprende com o uso, qual a temperatura adequada para cada hora do dia, E, como ele fica conectado ao seu smartphone, sabe quando você está ou não em casa, para ativar o sistema de aquecimento ou resfriamento. Cerca de um milhão de residências usam o Nest, e ele é capaz de poupar de 10% a 12% na conta de luz. A Nest, que foi comprada pelo Google alguns anos atrás, produz também uma câmera de vigilância conectada caseira, a Nest Cam.

Pebble Smartwatch.

Pebble Smartwatch

O Apple Watch, e o LG Urban Watch, para ficar apenas em dois, são muito bacanas, mas foi o Pebble o primeiro grande smartwatch de sucesso. Ele não tem funções avançadas como os smartwatches da Apple e os Androids, mas é capaz de controlar o player de música de seu smartphone, mostrara o número de quem está te ligando e permite também que você atenda ou ignore a ligação, e mostra várias notificações de SMSs à Whatsapp, passando por Facebook e outros aplicativos. Mas a real vantagem dele está no uso de tinta eletrônica, que faz com que sua bateria dure até sete dias. Produzido de forma independente por uma firma que juntou o capital inicial no Kickstarter, ele já vendeu cerca de 1,2 milhões de unidades.

Amazon Fresh Dash.

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Nos EUA, a Amazon tem um serviço chamado ‘Fresh’, que envia para a casa dos clientes produtos que seriam normalmente comprados em supermercados e hortifrútis, o Dash é um gadget que funciona com o serviço, e permite que o cliente simplesmente capture o código de barras de um produto qualquer com um leitor embutido, ou, que o cliente lhe diga o produto que precisa, e eles serão automaticamente adicionados à cesta de compras do serviço. Depois você dá uma olhada nos produtos separados e confirma o pedido, fantástico, não?

Veja o funcionamento.

Hiku.

HIku

O Hiku parece com o Dash, o que muda aqui é que você pode escanear ou ditar o nome de produtos, e o gadget vai enviando tudo para um aplicativo no seu celular, convertendo automaticamente em lista de compras. Por enquanto eles não tem suporte ao idioma português, mas quem sabe algum dia, não?

Phillips Hue.

Outro grande sucesso nesta linha é a Phillips Hue, uma lâmpada de led conectada que pode ter seu tom controlado por telefone celular. O ideia é que você possa combinar o tom da lâmpada com seu humor do momento, e você pode até mesmo criar uma discoteca em casa, usando o aplicativo para modifica o tom das luzes de acordo com a música ambiente (veja o vídeo abaixo).

Mimo Baby,o monitor de bebês.

Mimo Baby
Quem é pai ou mãe sabe que a coisa mais importante do mundo são os filhos. O Mimo Baby é o sensor mais avançado do mundo para crianças de zero a doze meses. Ele monitora desde a respiração de seu bebê, até a sua temperatura, passando pela posição em que o bebê está dormindo. O funcionamento é baseado em um gadget que é por roupinhas especiais, cheias de sensores, que enviam tudo para a nuvem da empresa, que retransmite para um aplicativo no smartphone do pai ou da mãe.

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Aprenda um pouco mais sobre a ‘internet das coisas’

Um dos termos recentes mais populares na tecnologia, é aquele que fala sobre a ‘internet das coisas’, e a confusão mais comum acerca deste termo, é aquela que considera internet das coisas simplesmente equipamentos que têm acesso à internet, como um refrigerador que apareceu alguns meses atrás em que se podia acessar à rede.

Mas não é bem por aí, a internet das coisas é bem mais que isso, ela é a aplicação prática do uso de redes de forma a facilitar nossa vida, e, além de hardware (os aparelhos em si), envolvem também o serviço ou aplicação prática que se dá à ‘coisa’ envolvida.

Apesar de o termo só ter se popularizado recentemente, ele não é um conceito recente, e a primeira versão de um utensílio conectado, foi uma máquina automática de Coca-Cola, na Universidade de Carnegie Mello, Nova Iorque, em 1982, anterior até mesmo ao lançamento da versão final do IPV4 (é o famoso ‘ip’ de sua rede), que só se daria em 1983.

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Com a disseminação e popularização da internet, nos anos 1990, a ideia de termos os mais variados equipamentos ligados à rede esbarrava justamente na limitação do IPV4 (Internet Protocol V4), que possuía ‘apenas’ 4,29 bilhões de combinações possíveis, e, se àquele tempo o número era suficiente para a redes de navegação, era virtualmente impossível a fabricação em massa de aparelhos, com números dedicados, só em 1995, a solução encontrada, o IPV6 foi anunciada. A nova versão do Protocolo de Internet passou a permitir um número absurdo de variações, indo dos 4,29 bilhões da V4 para um número impossível em ser expresso por extenso: 3,403 x 1038 (considere o arredondamento para o número 34 seguido de 37 zeros).

Hoje a internet das coisas está se consolidando, já existe um bom número de produtos – falaremos sobre alguns semana que vem –, mas ainda existem avanços que precisam ser alcançados, principalmente na área de softwares e hardwares computacionais, que possam balancear o consumo de energia com o poder de processamento dos produtos que estão surgindo.

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Agora o mais interessante, é que é justamente neste momento que as oportunidades se avolumam na cabeça dos sonhadores e dos que desconhecem o impossível, porque são eles que foram, e sempre serão, os grandes responsáveis pelos grandes avanços tecnológicos.

Quem sabe não pode ser você?

Dicas para estudar a respeito:

Fazedores – a internet das coisas está muito entrelaçada com o movimento ‘maker’, que fala justamente sobre construção de eletrônicos.

O Raspberry Pi é um pequeno computador, todo embutido em uma única placa e de baixo consumo de energia, que já vem com todo tipo de conectividade necessária.

A Cisco tem uma página cheia de boas referências!

Conheça o Brilo, o sistema operacional do Google para a Internet das Coisas.

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Bom Senso 1.0, o complemento perfeito para o seu antivírus

Antivírus e firewalls, são importantíssimos, especialmente para usuários de Windows, não resta dúvida. Eles são capazes de lhe proteger de uma série de ameaças virtuais ‘ativas’, os antivírus analisam os arquivos que você baixou em busca de pedaços de código que possam reconhecer, e os firewalls te protegem de ‘worms’ que vivem vasculhando máquinas vulneráveis, desprotegidas, na internet.

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Mas infelizmente antivírus e firewalls têm duas grandes limitações, a primeira é que e eles só são capazes de impedir pragas se elas já tiverem sido detectadas pelo seu fabricante E seu software estiver atualizado, ou seja, você sempre está sujeito a pragas muito novas, e eles são incapazes de proteger dos ataques de engenharia social.

Sobre engenharia social.

Existe todo um filão de malfeitores, que, em vez de usar uma abordagem puramente técnica, se aproveita, ou tenta se aproveitar, de nossas emoções, principalmente medo, luxuria e cobiça, para fazer com que lhes cedamos nossos dados, ou até mesmo que instalemos em nossos micros, programas maliciosos, e aí não tem antivírus ou firewall que segure…

pecado
Quer alguns exemplos?

Medo: “Prezado Sr., caso não seja feita a atualização de seu CPF na Receita Federal, ele será cancelado”

O ‘medo’ também tem variações com o cancelamento do título de eleitor, próximo a eleições). Neste caso você estará dando seus dados a ladrões de identidade.

Luxúria: “Oi, estou te mandando anexas, as fotos que tiramos no motel”.

Sério, a luxúria é MUITO usada, e em anexo sempre segue um arquivo, que, se executado lhe causará muito problemas…

Cobiça: “Clique aqui e ganhe ‘trocentos zilhões’ de reais”.

Claro que a única coisa que você ganhará é uma baita dor de cabeça.

Se você quer dicas práticas aqui vão três:

  1. Na internet a probabilidade de algo ser verdadeiro é inversamente proporcional ao quanto aquilo é chocante. Uma busca rápida do Google, ajuda MUITO.
  2. Se algo parece bom demais para ser verdade, é porque deve ser mentira.
  3. NUNCA, JAMAIS, EM HIPÓTESE ALGUMA, clique em links que peçam que você informe sua senha atual. Se você ficar na dúvida, contate a instituição, e certifique-se da autenticidade do pedido (não é uma boa prática de segurança eletrônica, pedir senhas a usuários).

Enfim, tudo se resume a duas coisas: um bom conjunto antivírus/firewall e MUITO bom senso!

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Robôs de Telepresença, o futuro agora!

Uma das coisas mais bacanas a respeito de tecnologia, é poder ver que, de certa forma, já vivemos no futuro. Coisas que eram ‘impossíveis’, poucas décadas atrás, hoje são corriqueiras, aliás, tem uma frase de Arthur C. Clarke, o visionário autor de ficção científica por trás de 2001 – Uma Odisseia no Espaço (e de 2010, 2061 e 3001), que resume bem isso: “Qualquer tecnologia suficiente avançada, é indistinguível da magia”.

Se alguém dissesse, trinta anos atrás, que qualquer pessoa poderia estar em dois locais simultaneamente, ou, deslocar sua presença de um extremo ao outro do país, ou até mesmo para o outro lado do mundo, em questão de segundos, poderíamos dizer que esta pessoa ou seria um autor de ficção científica, ou um louco.

Ou um visionário.

Os robôs de telepresença tornaram estes ‘avatares’ uma realidade.

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E os usos são muitos. Se por um lado eles permitem que profissionais locomovam-se em escritórios que podem estar no bairro vizinho ou em outro continente, eles também permitem que pessoas com dificuldades motoras extremas, possam estudar ou trabalhar, interagindo com outras pessoas, sem precisar obrigatoriamente estar presentes àqueles locais.

Semana passada mesmo, Alice Wong, fundadora de um projeto que visa justamente ajudar pessoas com dificuldade motora, o Disability Visibility Project, foi a primeira pessoa a ser ‘recebida’ na Casa Branca, pelo presidente Obama, com o uso desta tecnologia, justamente na comemoração dos 25 anos de uma lei daquele país, que visa melhorar a integração de pessoas com dificuldades motoras, mentais ou sensoriais (Americans Disabilities Act).

Aliás, o robô que Wong usou, um Beam Pro da Suitables Technologies, é o mesmo que foi testado pela iByte durante a CES 2015, uma versão própria para ambientes corporativos e custa* cerca US$16 mil (preço estimado). A própria Suitable tem outro modelo, o Beam+, voltado para o uso doméstico, e custa* pouco menos de US$ 2 mil. Outro modelo bem bacana é o Double, da Double Robotics, um modelo que se destina tanto ao uso corporativo quanto para uso doméstico e custa* US$ 2,5 mil, mas tem a desvantagem de não vir com a tela, que na realidade é um iPad.

E você, já se imaginou utilizando telepresença?