Como escolher o Kindle ideal? Aprenda as diferenças entre os e-readers

Com a crescente dos ebooks digitais, os e-readers há muito vêm ganhando os corações dos  aficionados por leitura. Compactos, leves e estilosos os Kindles são leitores digitais com grande potencial de armazenamento de arquivos de leitura, possibilitando assim a construção de bibliotecas imensuráveis, que dificilmente seriam possíveis à realidade efetiva. 

 Estes dispositivos funcionam com a tela e-ink uma simulação de um papel impresso, uma vez que imprime os livros com uma tinta eletrônica à tela monocromática. A tela e-link é crucial ao Kindle, visto que dispensa a incidência de luz para construção das imagens, o que evita o reflexo da tela, tão prejudicial aos nosso olhos.

Mas, em meio a uma diversidade de modelos de Kindle fica até difícil saber por qual optar, não é mesmo? Pensando em facilitar o seu processo de compra, nós da Ibyte selecionamos para você algumas informações essenciais de cada modelo para guiar a sua escolha.

Kindle 8ª geração

Lançado no Brasil em 2016, o Kindle 8ª geração é certamente a opção mais barata desse universo de e-readers. Básico, mas funcional este modelo é um ótimo aparelho de entrada para quem está querendo se iniciar nesse universo de leitores digitais. Quando o assunto é desempenho, esse e-reader entrega 4GB de memória interna.

Como todos os Kindles, esse modelo aceita múltiplos formatos de ebooks, tais como DOC, PDF e MOBI, além de carregar vários formatos de imagens como JPEG e PNG. No entanto, essa versão não possui luz integrada e sua resolução fica a desejar em relação às gerações intermediária e premium, já ele entrega uma resolução de 800×600 pixels.

Kindle 10ª geração

A 10ª geração do Kindle mais básico traz consigo um grande diferencial: a luz embutida. Um objetivo claro do acoplamento da iluminação é auxiliar aqueles que querem dar sequência em suas leituras mesmo no escuro. Deste modo, a iluminação assegura a qualidade da leitura naqueles ambientes de pouca luminosidade.

A luz interna não agride os seus olhos, uma vez que é projetada para o interior do aparelho, garantindo o seu conforto na hora da leitura. Sua bateria dura em média 4 semanas, ou seja, dificilmente ele vai te deixar na mão em suas leituras diárias. Com uma tela capacitiva, esse leitor digital entende múltiplos toques simultâneos na tela do dispositivo.

Esta versão mantém a mesma resolução da geração anterior 800×600 pixels, além de suportar diversos formatos de arquivos e imagens. Dada as suas qualidades específicas, esse modelo de kindle entra como o melhor custo benefício do mercado, sendo uma ótima recomendação para aqueles leitores que frequentam lugares de iluminações irregulares.

Kindle Paperwhite

O Kindle Paperwhite é um aparelho intermediário com funções espetaculares. Ele entrega luz embutida com 5 LEDs, tornando a iluminação mais clara. Incrível, não?

Super compacto e leve, este Kindle cabe até em seu bolso. Um dos recursos essenciais a esse leitor de ebooks é a resistência à água, ótimo para aqueles que curtem uma leitura no canto da piscina e, claro, para os leitores desastrados de plantão, uma vez que esta funcionalidade é ótima contra possíveis quedas de substâncias líquidas, afinal, ninguém merece perder o seu leitor digital, após derrubar uma xícara de café, não é mesmo?

O interessante deste dispositivo é a capacidade de armazenamento que conta com duas versões, uma de 8GB  e outra de 32GB de memória, ou seja, aqui cabe uma biblioteca inteira de livros.  A versão de 32GB de armazenamento é ideal para aqueles que buscam utilizar o audiobook da Amazon, ou seja, uma plataforma de livros no formato de áudio. 

Outro recurso interessante neste dispositivo é o modo noturno, o qual oportuniza deixarmos as letras brancas e a tela preta, possibilitando a leitura em locais escuros sem agredir o nosso campo visual.

Kindle Oasis 

Supra sumo da linha Kindle, este é um dispositivo premium. Ideal para leitores que podem investir um pouco mais em um leitor digital e que se preocupam com conforto.  Com uma tela de 7 polegadas, um encaixe de mão ergonômico e pesando apenas 131 gramas este Kindle traz uma visibilidade maior, além de oportunizar uma pegada mais segura contra eventuais quedas, o que faz deste dispositivo ideal para aqueles que passam horas à fio lendo.

Ainda com iluminação embutida, o Kindle Oasis apresenta uma maior estabilidade e harmonia de luz, uma vez que conta com 10 LEDs adicionais. Ademais, sabe aqueles indesejados reflexos luminosos tão característicos de dispositivos como smartphones? Aqui eles são ausentes, posto que este dispositivo entrega uma tela revestida em vidro fosco, ideal para ambientes com altos níveis de contraste de luz, sendo, portanto, perfeito para leituras em ambientes ao ar livre. 

Com uma capacidade de memória de 8GB este dispositivo assegura o armazenamento de milhares de títulos e o mais legal é que a interface nova possibilita traçar uma lista dos próximos livros que você almeja ler. Entrementes, um ponto que pode soar negativo é o preço, posto que este e-reader é o mais caro do mercado. 

Então, se você ainda tem dúvidas de qual modelo escolher, avalie as suas necessidades, alinhando-as à sua realidade econômica e tenha em mente que independente do modelo escolhido qualquer um deles te garantirá alto desempenho e muita qualidade em suas leituras.

E aí, gostou do post? Esperamos que agora você tenha entendido as diferenças entre os diversos modelos de Kindles. Para mais dicas e conteúdos como esse continue acompanhando nosso blog. Aqui, postamos diversas dicas e informações sobre o universo dos eletrônicos. Já em nossa loja, você encontra o modelo de Kindle ideal! Você não pode ficar fora dessa. Corre lá!

História da Apple: saiba tudo sobre a jornada da marca!

Formada pela amizade entre dois jovens audaciosos, a história da Apple segue repleta de figuras inspiradoras, momentos de renovação, algumas falhas épicas cheias de ensinamentos e uma paixão pelo design e pela originalidade.

Como tudo começou? A gente te conta!

Introduzidos por um amigo em comum em 1971, os dois Steves, Wozniak, aos 21, e Jobs, com apenas 16, tinham algumas paixões em comum. Wozniak era um grande apaixonado e autodidata em engenharia eletrônica, que construiu uma série de Blue Boxes, junto a Jobs. A invenção era uma espécie de telefone que hackeava as operadoras e fazia ligações gratuitas.

Wozniak frequentava ambientes de entusiastas da computação e, se sentindo incentivado a desafiar os amigos, trabalhou no protótipo de um computador que viria a ser o Apple I, um pequeno caixote de madeira, com aspecto de máquina de escrever e que podia ser conectado na TV para fornecer imagem.

Jobs, que desde cedo tinha um forte olhar empreendedor, percebeu o quanto aquilo era promissor pela forma compacta e o arranjo da forma de trabalhar. Por isso, vendeu seu minibus Volkswagen para investir na produção das primeiras unidades daquele computador. 

Junto com Wozniak, que se desfez de sua calculadora HP para arrecadar mais fundos e Ronald Wayne, eles fundaram, em 1 de abril de 1976, a Apple. Jobs correu de cima abaixo buscando financiamento para a produção das 50 primeiras unidades feitas à mão do Apple I, que acabaram virando 200 nos anos seguinte. 

Apesar do relativo sucesso de iniciante, o estilo arrojado dos dois Steves acabou assustando alguns colegas e primeiros investidores, mas o projeto do Apple II já estava garantido.

Com tela em cores e um design bem mais amigável, o Apple II acabou chamando a atenção de alguns desenvolvedores graças a seu sistema, que acabou rendendo a produção do primeiro aplicativo de planilhas virtuais, o VisiCalc, tornando o Apple II um aparelho muito popular nos ambientes institucionais e comerciais.

Os Anos 80 e 90 no jeito Apple de ser 

Com o Apple III no mercado recebendo alguns reviews negativos, Jobs contrata um CEO especializado para cuidar dos negócios da empresa enquanto dividia seu time de desenvolvedores entre dois projetos diferentes: o LISA, um computador high-end para empresas e desenvolvedores, e o Machintosh, na tentativa de criar um aparelho mais casual.

Na busca por inovações, Jobs fez um trato com a Xerox pelo direito de conhecer seu centro de desenvolvimento em Palo Alto, e em troca concedeu um conjunto de ações da abertura de capital da empresa, que hoje valem muitos milhões, mas a Apple jamais se arrependeria: nos três dias de análises, Jobs apropriou duas tecnologias que pareciam pouco valorizadas pela Xerox: mouse de click e interface gráfica.

Esses dois implementos mudaram basicamente tudo, e deram luz ao computador como o conhecemos hoje.

Apesar disso, as tensões do projeto acabaram causando grandes desencontros de ideias dentro do espaço de desenvolvimento, o que levou à saída de Wozniak, seguido da posterior saída de Jobs da empresa, que se envolveu na produção do sistema operacional NeXT, responsável pelo desenvolvimento dentro dos estúdios Pixar e também incorporado mais tarde ao sistema operacional da Apple.

Apesar do grande marketing, essa parte da história da Apple é um pouco obscura, e a companhia começa a perder o pouco do gás. A empresa tenta emplacar o Apple Newton, o pai do iPad e mesmo dos PDAs da época, mas sem sucesso.

A segunda metade dos anos 90 marca a volta de Jobs, que incorpora sua empresa à Apple, então a marca passa a trocar cada vez mais o hardware pelo software, produzindo seu MacOS, ou o famoso iOS, terceirizando maior parte dos componentes de hardware, até mesmo licenciando seu sistema operacional para outros aparelhos.

Os anos 2000 e a renovação na história da Apple

Voltando atrás da decisão de licenciar sua marca, a Apple lança o iMac, com um dos design mais amados da história: monitores integrados e coloridos, práticos e repletos de funções.

Não demora para que nasçam mais produtos da família, e o iPod nasce no ano seguinte, em 2001, com capacidade para até 1000 músicas, um design apaixonante e muita funcionalidade, ganhando edições com visor de vídeo e, posteriormente, uma loja de música online que até hoje é líder na área, o iTunes.

Seguindo a trilha do sucesso, em 2007 Jobs faz o icônico lançamento do iPhone, um aparelho que mistura telefone, iPod e navegador de internet, tudo com uma tela sensível e uma série de funções, jogos e aplicativos.

O sucesso estrondoso nunca foi superado, e o iPhone definiu os ramos do mercado de smartphones, tendo ainda adição do iPad, poucos anos depois, como uma plataforma expandida do iPhone, mas sem a função de telefone.

Após a morte de Jobs, Tim Cook assume a presidência da empresa, e até os dias de hoje Wozniak, mesmo fora da Apple, faz diversas aparições para anunciar os produtos da empresa.

Com os tradicionais lançamentos anuais de seus desktops, notebooks, iPods, iPhones e iPads, a Apple adicionou o iWatch à família, que tem feito muito sucesso e integrado todos os demais aparelhos.

Atualmente a Apple lidera o ranking das empresas de aparelhos digitais com a maior receita, e parece ainda ter muitos e muitos anos na vanguarda da inovação, do design e da base de fans.

A História do logo da Apple

A começar pelo nome, suas origens são contadas de forma bem mais humilde do que podem parecer, Wozniak e Jobs dão versões diferentes, mas ambos afirmam ter uma relação com os pomares da Califórnia, que o nome parecia algo humilde, genioso e amigável.

O próprio nome do seu PC de grande sucesso é uma referência à uma qualidade de maçãs, as McIntosh.

No início, o logo era uma ilustração que fazia referência à Isaac Newton, famoso físico inglês que supostamente teve um insight sobre as leis gravitacionais quando uma maçã caiu sobre sua cabeça.

O logo minimalista da maçã mordida inspira outras versões alternativas da história, uma se refere à maçã do Jardim do Éden, mordida por Adão e Eva, que trouxe uma sabedoria proibida.

Outra versão, ainda mais obscura, faz referência ao grande pai da computação, Alan Turing, que cometeu suicídio mordendo uma maçã envenenada com cianureto.

A forma como a Apple revolucionou o mundo da tecnologia continua sendo uma das maiores inspirações para muitos dos jovens que se aventuram no Vale do Silício, e o estilo arrojado, de erro, acerto e não-conformismo de seus membros continua sendo o valor fundamental e vanguardista da empresa.

Curtiu conhecer a história da Apple? No blog da iByte você encontra sempre conteúdos curiosos e informativos sobre tecnologia, games e muito mais, basta assinar nossa newsletter! Em nossa loja online você encontra celulares, computadores e os mais diversos acessórios para eletrônicos!

5 Modelos de tablets com a melhor performance do mercado

A comodidade que um tablet com boa performance oferece é única!  Se os smartphones somam recursos diversos como telefone, computador e até videogame, os tablets, como os Samsung, Apple e Lenovo, ampliam ainda mais essa experiência, agregando muito mais potência, resolução e autonomia.

O sucesso dos Galaxies e iPads foi instantâneo, e não era para menos. Há muito tempo já era demandado um aparelho que compactasse o notebook e ampliasse o smartphone para vários grupos de consumidores, como estudantes, representantes comerciais, editores, produtores de conteúdo e todos que buscam um recurso portátil para entretenimento e comunicação.

Apesar de não fazer ligações, os tablets atuais aceitam praticamente todos os apps de mensagens e vídeo sem vínculo com número de telefone e já podem ter sinal 3G e 4G via chip de operadora.

Tablet Samsung, Apple e seus diferenciais

As duas grandes competidoras do mercado de tablets continuam sendo Apple e Samsung, especialmente por terem saído na frente no desenvolvimento de aplicações nativas. Embora a Apple tenha um sistema operacional exclusivo, a Samsung foi uma das primeiras a licenciar o Android, sendo a empresa com mais artigos licenciados e uma longa história junto do sistema.

Por ser um sistema aberto e bastante versátil, a maioria dos usuários mais experientes tende a optar pelos tablets Samsung. Sua fonte livre atrai muitos desenvolvedores, hackers e demais usuários que querem um aparelho expansível, fácil de ser editado e barato, pois, enquanto os iPads apresentam preços extremamente salgados, a Samsung possui várias linhas suplementares de tablets para todas as faixas de consumo.

Por outro lado, apesar de limitações de hardware, compatibilidade e desenvolvimento, a Apple, além da marca poderosa, tem um sistema operacional com uma interface mais amigável e estável.

Vale a pena adquirir um tablet?

O tablete é um gadget super versátil. Muitos costumam apontar sua similaridade com o smartphone, o que não é nenhuma mentira se considerarmos que os dois operam com praticamente os mesmos sistemas operacionais, mas dentro do sistema operacional e fora, no hardware, há uma série de diferenças práticas e técnicas.

Em diversas situações o tablet se sobressai em relação às necessidades de uso. Afinal, os celulares acabam sempre sendo devices pequenos, até os mais atuais com telas expandidas e vazadas. É uma questão de praticidade.

Mesmo que sejam ótimos aparelhos individuais, os smartphones não oferecem a expansão e fluidez requeridas para trabalhar. Os tablets são os preferidos em ambientes fabris, por representantes comerciais, investidores que passam muito tempo no homebroker e até em escolas.

São plataformas mais viáveis, com processamento e bateria mais potentes e uma grande gama de acessórios como teclados, mouses e adaptadores para outras plataformas.

A tela ampla e a bateria durável não é um mérito apenas para quem trabalha com planilhas e formulários, mas também para os apaixonados por games. O aparelho torna os jogos mais confortáveis e fluídos, assim como os streamers de vídeo e a leitura de eBooks, além de incorporarem aplicativos de estúdio e interface robustos.

Alguns tablets Samsung, Apple e Goldentec que merecem destaque

  • Samsung Galaxy Tab A – Um dos principais títulos da Samsung, o Tab A é um aparelho sólido, que inaugura um novo jeito de produzir designs de tablet, com tela expandida de bordas finas, sistema de som com 4 saídas, sem botões na face, uma navegação inovadora, com divisão de usuários, modo infantil, suporte para micro SD, processamento OctaCore e 3GBs de RAM para rodar os games mais requisitados da Google Play.
  • iPad 6a Geração – Dando continuidade ao sucesso dos iPads, a versão de 9.7” disponibiliza as características clássicas muito mais turbinadas: tela de retina, reconhecimento biométrico e recursos que aumentam a interatividade e praticidade dos usuários, como a Apple Pencil, que renova a função das canetas smart para um outro nível.
  • Samsung Galaxy Tab E – Uma versão mais acessível da linha Galaxy Tab, o Tab E é compatível com o sistema operacional Android mais atual, com câmera de 5 MP, memória expansível e um design portátil que pode ser levado para todo canto.
  • Goldentec GT – Opção totalmente acessível, com Android 4.0, ideal para novos usuários que querem curtir os principais recursos e facilidades que um tablet oferece. O modelo possui um ótimo custo-benefício e uma grande opção de entradas para curtir games, vídeos e eBooks.
  • Tablet DL Sabichão – Os tablets são a nova paixão das crianças, mas presenteá-las com um tablet Samsung ou Apple, que é sofisticado e pode facilmente ser derrubado ou desconfigurado, nem sempre é a melhor opção.

A linha DL Sabichão contém o sistema operacional Android com uma interface especial, repleta de aplicativos para crianças, com jogos educativos e modo de navegação restrita, além de ser reforçado, tanto na carcaça quanto com a capinha emborrachada, que chama a atenção de todas as crianças.

Quem tem um tablet sabe como esse gadget é prático e um ótimo companheiro para todos os momentos. Seja para trabalhar, estudar ou se divertir, você vai se encantar com a facilidade desses aparelhos.

Na iByte você encontra aquele modelo ideal para suas necessidades com as melhores condições. Venha conferir!  E para ler outros artigos, como esse, sobre tecnologia, assine nossa newsletter e receba todos os nossos conteúdos em primeira mão.

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A TV digital no Brasil

A TV Digital começou a ser implantada no Brasil há alguns anos. Mas você sabe o que é essa TV Digital? Não? Então vamos explicar tudo para você ficar por dentro dessa mudança! Vem com a gente e confira aqui no Blog Descomplick!

 

A TV digital no Brasil tem como base o padrão japonês, mas com alguns ajustes e modificações que se adaptam à realidade de nosso país. Essas mudanças aconteceram principalmente com o desenvolvimento do Ginga, um midlleware nacional criado pela PUC-Rio e pela UFPB, que permite a interatividade entre audiência e emissor, proporcionando uma comunicação bidirecional.

 

O Sistema Brasileiro de Televisão Digital Terrestre (SBTVD-T) proporciona aos telespectadores maior qualidade de som e imagem, interatividade e acesso por dispositivos mobile, como smartphones e tablets. Esse mesmo sistema atualmente é adotado em 15 países da América Latina e Central e também na África.

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A TV Digital também traz a possibilidade de ocupar melhor o espectro eletromagnético e abrir mais espaço para canais de TV Aberta, ou seja, trazer mais opções de informações e entretenimento para você!

 

Sabe o que é melhor? Você não tem que pagar para receber o sinal da TV aberta digital. O SBTVD-T é gratuito, mas você precisa ter um equipamento adequado para a recepção do sinal digital, como um conversor ou TV Digital. Cabe a você fazer a escolha entre eles.

 

Quer saber mais sobre a mudança do sinal analógico para o digital? Então continue acompanhando o Blog Descomplick e saiba tudo sobre a TV Digital no Brasil!

Fonte: EBC (http://www.ebc.com.br/migracaodigital)