Samsung Galaxy Note7

Samsung Note 7 – um topo de linha!

Uma das confusões mais comuns quando se fala de smartphones, é a ideia de que existe “O” melhor smartphone, isso é algo muito relativo, o aparelho deve se adequar ao usuário e não o usuário ao aparelho.

Mas não podemos negar que existem aparelhos que são ousados, que tem um quê a mais de personalidade, e chegam mesmo a desafiar o usuário: “me teste e tente me largar”. O Samsung Galaxy Note 7, é um destes aparelhos.

Samsung Galaxy Note7

Quando a linha Note chegou, em 2011, muita gente olhou com desconfiança para aquele aparelho enorme, que, em tempos de telas de 4 ou no máximo 4,7 polegadas, o N7000 trazia uma enorme tela de 5,2 polegadas, e um desempenho espetacular!

Talvez o que chame mais atenção no Note 7, por ser inusitado, são as stylus, pequenas canetas condutoras, que vem embutidas nos aparelhos, e dão mais precisão ao toque que a ponta do dedo, sendo ótimas não só para escrever mais rapidamente, como também para desenhar na tela com maior precisão, transformando o Note em um excelente ‘Moleskine’ virtual.

Samsung Galaxy Note7

Alem de ser usada como ‘ponta de dedo’, um botão em seu corpo permite ações adicionais.

Bem, cinco anos depois o Note chega a sua 7ª geração, e durante esta caminhada ele deixou de ser ‘apenas’ um smartphone grande, e vem sendo ano após ano, o aparelho Android mais esperado pelo mercado, é o que traz o que há de mais avançado em termos de processamento, por exemplo, esta versão tem uma CPU de 8 núcleos, com 4 rodando a 2,3Ghz e 4 rodando a 1,6Ghz com 4Gb de RAM, e ainda traz um processador gráfico capaz de garantir a belíssima resolução quadHD (1440×2560).

Samsung Galaxy Note7

Espaço de armazenagem? Bem, se os 64Gb de memória interna não foram suficientes, você pode adicionar um SD de até 256Gb, que pode ser muito útil para o caso de você fazer vídeos em resolução 4K (4000×2000), ou gravar vídeos em câmera lenta nítida, já que ele é capaz de fazer filmagens em HD (1280×720) a 240fps (1/4 da chamada ‘câmera super lenta’), e em fullHD em 60fps (tecnologia usada em filmes como O Hobbit).

Samsung Galaxy Note7

Acho que pelo que já foi dito aqui, fica claro que este é um smartphone ‘high end’ (de ponta), um aparelho para quem está disposto a pagar um pouco mais, para ter o que há de melhor no mercado.

E acredite, vale a pena!

O Note7 é compatível com o Gear 360 e VR.

O Note7 é compatível com o Gear 360 e VR.

Samsung Galaxy Note7

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Pokémon Go, indo além da tecnologia

Muito tem-se falado do Pokémon Go, nós mesmos aqui falamos dele algumas vezes, citando os aspectos e tecnologia e inovação. E não é que vamos falar novamente dele? Mas desta vez abordando um outro aspecto, o humano.

Veja o caso de um hospital infantil em Michigan, que não só permite, como incentiva que as crianças internadas, joguem dentro das dependências do hospital. Se por um lado, o ato de caminhar ajuda a molecada que precisa de tratamentos que envolvem a recuperação física, é óbvio, a garotada pode caminhar pelo hospital, em direção a um dos quatro Pokéstops, ou ao Ginásio,

Do ponto de vista psicológico o ganho é incalculável. Muito se fala que o estado de ânimo de um paciente, interfere diretamente em sua recuperação, são momentos lúdicos para quem, de outra forma estaria preso dentro de quatro paredes.

Mas não fica só nisso, a BBC mostrou o caso de Adam, um adolescente autista de 17 anos, que se recusava a sair de casa havia cinco anos, período em que tudo que fazia era jogar Minecraft. O Pokémon Go incentivou Adam não só a sair de casa, como até mesmo a interagir com outras pessoas.

Mas não fica só nisso, indo um pouco mais além, o jogo está sendo usado na Síria para mostrar a triste realidade das crianças em situação de risco.

Enfim, as coisas nem sempre são o que são. Quando se pensa fora da caixa, elas podem ir muito além dos limites imaginados por seus criadores!

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A iniciativa privada entra na nova corrida espacial.

Muita gente se pergunta ‘por quê investir em viagens espaciais?’, usando um olhar superficial, a resposta pode parecer óbvia, afinal, o que temos a ganhar com a tecnologia usada no espaço?

Muito.

Desde o mais óbvio, que é o design de aviões, até processos que controlam a produção de alimentos, para evitar que ele seja consumido em mal estado, passando por termômetros infravermelhos, membros artificiais, melhora em pneus radiais, estriamento de asfalto para melhor tração de veículos automotores, células solares e muito mais! (Nesta página da Wikipedia, você poderá ver, conteúdo em inglês).

Mas o fato é que com o fim da guerra fria, a corrida espacial em si esfriou MUITO, e a NASA viu seu orçamento diminuir de forma cada vez mais drástica.

Quem está tirando proveito disso é a iniciativa privada.

O Governo Norte Americano deu licença, sabe-se lá com qual autoridade, para uma empresa sediada na Flórida, a Moon Express, pousar na superfície da Lua já em 2017. Os motivos da Moon Express são dois, o primeiro é ganhar o prêmio de US$20 milhões do Google Lunar X-Prize, que será dado para a primeira empresa particular que pousar em sua superfície. O outro motivo, é a exploração de minérios, bem, a análise dos minérios que podem existir por lá, porque a exploração dependerá de tratados comerciais.

E se você acha que a Moon Express é a única, saiba que está enganado, outras 16 empresas competem pela mesma premiação.

Mas não para aí! A SpaceX, empresa liderada por Elon Musk, já falamos dele aqui, trabalha em parceria com a NASA para, em 2018, ser capaz de pousar uma espaçonave em Marte! Como funciona a parceria? A SpaceX entraria com toda a tecnologia e equipamento necessário para a viagem, ou seja, com o custo pesado, e a NASA daria o suporte à missão com pessoal e sua rede espacial de comunicação, que seria primordial para o controle da nave, que não seria tripulada.

moon-express

O que a SpaceX tem a ganhar? Bem, lembra das coisas que eu falei que foram criadas na corrida espacial? Pois este é o principal ganho que eles terão, a possibilidade de registrar novas patentes, e desenvolver novas tecnologias, até mesmo, para quem sabe, entrar na corrida para mineração de asteroides.

Sim, há planejamento disto, mas é conversa para outra hora!