Entenda mais sobre o que é a internet das coisas

Existem muitas razões que nos levam a buscar entender o que é a internet das coisas. Talvez você nem perceba, mas esta técnica determina muitos aspectos da nossa vida diária. Depois de ler este post você provavelmente verá as coisas de uma maneira diferente.

Desde o uso das smart TVs até ao momento em que ativamos o ar condicionado dentro de casa, a internet das coisas, também chamada pela abreviação IoT, está presente.

Precisamos ser sinceros aqui: a verdade é que a evolução de várias áreas diferentes influencia a definição do termo “internet das coisas”. Ferramentas como machine learning e analytics estão diretamente relacionadas com o tópico.

Até mesmo o desenvolvimento das tecnologias de equipamentos sem fio (wireless) e de sistemas embutidos representa um fator a ser considerado. Dessa forma, vamos apresentar uma definição parcial, que certamente pode receber mais contribuições, inclusive de nossos leitores.

Mas, afinal, o que é internet das coisas?

A internet das coisas pode ser entendida como um sistema formado por computadores e diversos outros mecanismos que, juntos, são capazes de transferir informação por uma rede sem a necessidade de ação humana.

O propósito maior dessa rede de informações é conectar os objetos com a internet, mas quais são os benefícios dessa conexão? Por que fazê-la?

Essas dúvidas ficam ainda mais intrigantes se olharmos paras as estatísticas e previsões para o uso e expansão da internet das coisas. Espera-se que essa técnica domine cada vez mais não só o ambiente comercial e industrial, mas também o interior dos nossos lares.

Disseminação

A IoT abrange tudo aquilo que está conectado com a internet, sendo cada vez mais usada para definir a interação entre objetos conectados uns com os outros. Logo, desde o mais simples até o mais complexo smartphone fazem parte dessa rede.

A conexão entre esses objetos possibilita a coleta e análise de informações sobre o seu uso. Partindo daí, é possível planejar ações e solucionar problemas com muito mais eficácia.

Isso fica bastante aparente no uso do seu celular, em recursos como a assistência virtual e geolocalização.

Por exemplo, seu smartphone pode observar que todos os dias, às 15:00, você gosta de ouvir música usando o Spotify. “Sabendo” disto, ele poderá sugerir o uso do aplicativo neste mesmo horário.

O mesmo pode ocorrer de acordo com a sua localização. Se você costuma usar algum aplicativo sempre que se encontra em um certo lugar, o seu celular poderá sugerir o uso desse mesmo aplicativo quando você estiver neste lugar específico.

Claro, essas sugestões podem ou não acontecer de acordo com diversos outros fatores, mas o fato é que elas são possíveis!

Elas só acontecem graças à inter relação, isto é, graças ao cruzamento de informações vindas de fontes (objetos) diferentes. O uso de um certo aplicativo, combinado com as informações geográficas de localização, por exemplo.

Essa otimização do uso, para se adaptar o máximo possível ao usuário, se tornou um ponto muito forte a favor da internet das coisas, contribuindo para a disseminação massiva por todos os campos da sociedade.

História: como tudo isso surgiu?

Já em 1982 se discutia a ideia de uma rede que interligasse dispositivos inteligentes, capazes de criar e transmitir informações relevantes de maneira autônoma.

Muitos consideram que a primeira aplicação prática do conceito foi através de uma máquina de refrigerantes na Universidade de Carnegie Mellon, nos Estados Unidos. A máquina era capaz de informar a quantidade de refrigerantes que possuía, bem como se as bebidas estavam quentes ou frias!

A tecnologia central por trás da IoT é o MOSFET (uma espécie de transistor), que é o componente fundamental não apenas quando o assunto é internet das coisas, mas tecnologia em geral.

Uma verdadeira revolução ocorreu no mundo, economica e tecnologicamente falando, com o nascimento do MOSFET. Este equipamento possibilitou a construção de sistemas que usam menos energia e podem assumir tamanhos reduzidos.

Aplicações

Para te ajudar a entender o funcionamento da internet das coisas no mundo ao nosso redor, vamos falar um pouco sobre algumas aplicações práticas desta tecnologia. 

 

  • Casa Inteligente

 

Dispositivos IoT fazem parte de um conceito abrangente de automatização domiciliar. Este processo inclui iluminação, condicionamento do ar e sistemas de segurança. O resultado pode se refletir na economia de energia, por exemplo.

A ideia aqui é de garantir que objetos dentro de casa sejam controlados pelo usuário diretamente de painéis de controle, como o seu próprio smartphone. Assim, seria possível ligar e desligar eletrodomésticos apenas com alguns toques no celular.

Apesar de algumas funcionalidades ainda existirem só no papel, já existem diversas outras funções que podem ser controladas por aplicativos desenvolvidos por empresas como Apple e Google.

Imagine trancar as portas de casa de qualquer lugar, controlar o sistema de ar condicionado e até mesmo cuidar do jardim usando apenas o seu celular e a internet!

 

  • Transporte

 

A internet das coisas também auxilia no campo dos transportes, integrando comunicação, informação e controle através de diversos sistemas. Desde coisas mais simples, como estacionamento inteligente, até ao monitoramento de cargas de grande valor se beneficiam com a ação da IoT.

Por exemplo, é possível monitorar, por meio de sensores sem fio, a localização e condições de uma carga a quilômetros de distância! De forma contínua, os sensores podem informar até mesmo as condições de temperatura e umidade da carga.

Essas informações são altamente valiosas, pois garantem uma tomada de decisão mais efetiva e capaz de alcançar os resultados desejados.

 

  • Saúde

 

No campo da saúde, ideias, como a de cama inteligente, estão ganhando vida. Neste caso, graças à IoT, a cama hospitalar é capaz de notificar os enfermeiros se o paciente está deitado ou se está em pé, tentando levantar, por exemplo.

Implantes também se beneficiam, uma vez que sensores podem ser incorporados para avisar mudanças na pressão sanguínea ou mesmo no batimento cardíaco. Assim, dispositivos como o marca passo ou aparelhos de audição ganham ainda mais funcionalidade.

De fato, é a tecnologia impulsionando a capacidade humana de viver melhor e de solucionar problemas do dia a dia.

Agora, que tal nos contar um pouco da sua própria experiência com a internet das coisas? Estamos ansiosos pela sua contribuição! Deixe um comentário dizendo o que achou do nosso post.

Conexão forte e estável: melhore o sinal do Wi-Fi com 5 dicas rápidas

Está sofrendo com quedas ou “apagões” de sinal e já não sabe mais o que fazer?
Existem muito mais fatores interferindo na qualidade, alcance, estabilidade e força do seu sinal Wi-Fi do que você pensa, e a razão das falhas nem sempre é o serviço de internet.

Antes de trocar o provedor, dê uma chance para essas 5 dicas muito simples que podem transformar seu sinal. Preparado? Então anote aí as estratégias Descomplick para potencializar seu sinal Wi-Fi:

1. Escolha a posição perfeita para seu roteador

Às vezes a gente esquece desse fato importante, mas devemos sempre lembrar que o sinal Wi-Fi é composto de ondas físicas que se propagam no espaço. Assim como o som – outro tipo de onda bem parecido –, o sinal da sua internet sofre interferência de qualquer corpo no espaço: paredes, móveis, pessoas, animais, plantas, aquários, espelhos.

Todos esses elementos interferem na propagação das ondas e podem criar pontos cegos relevantes pela casa. Sabendo disso, sua missão é posicionar seu roteador em um ponto estratégico, de maneira que suas ondas possam atingir a maior área possível.

Ainda não sabe exatamente como fazer isso? Uma dica é posicionar o aparelho em um corredor com acesso a muitas portas, para que as ondas possam ter contato facilitado com um número maior de cômodos. Escolher áreas centrais da casa pode ser a melhor estratégia, assim como pode ser mais viável selecionar aquela área em que você costuma utilizar devices mais exigentes.

Cuidado com o suporte em que seu roteador ficará posicionado. Ele deverá ficar exposto, sem divisórias nas laterais ou cobertura na parte superior – ou seja: colocar seu roteador na estante de andares junto com os livros pode não ser a melhor opção. Evite também colocá-lo diante de espelhos, que refletem o sinal. Altura é interessante, portanto prefira posicioná-lo sobre móveis ou preso ao teto.

2. Desconecte o que não for necessário

Se for possível, desative a conexão dos aparelhos quando estes não estiverem sendo utilizados. TVs smart e consoles de games, por exemplo, costumam ficar conectados à internet o tempo todo, mesmo quando estão em modo stand by, fato que influencia na potência de sinal fornecido para os aparelhos que de fato estão sendo utilizados. Isso pode desafogar sua internet de maneira considerável, principalmente se possui muitos dispositivos com conectividade espalhados pela casa. Vale a pena tentar!

3. Dê um tempo ao seu roteador

Uma dica valiosa e muito simples é desligar seu roteador quando este não estiver sendo utilizado. Considere dar um tempo ao seu aparelho durante a noite ou em situações em que a casa ficará vazia por algumas horas. Assim, você reinicia o aparelho de maneira periódica, o que auxilia no alcance e na estabilidade da sua conexão. Mantê-lo desligado também aumenta sua vida útil e evita sobrecargas.

4. Use um repetidor ou powerline

A gente sabe que, hoje em dia, já não existe mais lugar específico para usar seus aparelhos conectados. Quase todos os eletrônicos de uma casa possuem conectividade e nossos dispositivos móveis estão conosco por onde vamos, fatores que exigem um bom alcance de Wi-Fi por todos os cômodos.

Para acabar com aquelas “zonas de sombra” em que é impossível utilizar a internet com qualidade, você pode optar pelos aparelhos repetidores de sinal, que estão cada vez mais acessíveis e fáceis de configurar.

Você já conhece o powerline? Sua função é a mesma que a do repetidor tradicional, com a diferença de que a transmissão dos dados não ocorre por “clonagem” das características do roteador, mas através da rede elétrica da casa.

O aparelho é composto por duas partes: um adaptador, que se liga ao roteador via cabo, e um plug, que pode ser ligado à tomada próxima de onde estiver. Pronto: o plug vira um ponto de internet capaz de ampliar o alcance da sua máquina.

5. Altere o canal do roteador

Assim como objetos, paredes e pessoas interferem nas ondas de Wi-Fi, o mesmo acontece com outras ondas emitidas por diversos aparelhos ligados na sua casa ou em casas vizinhas. Telefone sem fio, console de games, rádios e até o aparelho de micro-ondas podem causar uma baita interferência – e nem sempre dá pra tirar esses aparelhos do lugar, né?

Outro fator importante é a atuação de outras redes wi-fi sobre a qualidade do sinal na sua casa ou escritório. Esse é um problema muito experimentado por quem vive em condomínios, em especial nos prédios comerciais, em que todos os andares possuem um ou mais pontos wi-fi atuando em frequências semelhantes. Imagine só todas essas interferências sobre o seu sinal!

A solução para driblar o problema da interferência pode ser mais simples do que parece! É só acessar a central de configurações do seu roteador pela internet, selecionar a opção canais e selecionar a frequência menos congestionada para sua situação. Para identificar a frequência perfeita, utilize aplicativos como o Wi-Fi Analyzer ou realize um teste prático em todas as frequências disponíveis.

Esperamos que esse post tenha sido útil para sua saga de conectividade – afinal, a gente sabe que poucas coisas nesse mundo podem ser mais irritantes que um sinal ruim de Wi-Fi. Aplicou as dicas? Compartilhe com a gente suas experiências! Seus comentários podem levantar discussões super interessantes e gerar posts informativos aqui no blog!

Para mais conteúdo como esse, fique ligado nas atualizações do Descomplick, que acontecem toda terça. E claro: não deixe de seguir a loja Ibyte no Instagram! Por lá você fica por dentro das novidades e promoções.

Nos vemos no próximo post. Até!

 

Descubra qual a melhor câmera de celular com a ibyte!

A tecnologia nos celulares transformou esses simples acessórios de comunicação em um potente aparelho conectado a qualquer parte do mundo. E, assim como o acesso às redes sociais, suas inúmeras funcionalidades também se transformam diariamente para a nova era da tecnologia, e as melhores câmeras de celular não ficam de fora.

A tendência do momento é buscar sempre a praticidade, e a evolução do celular vem como aliada para essa compactação dos aparelhos. Quer registrar uma viagem? Há alguns anos seria necessário levar uma câmera para as fotos, uma filmadora e um aparelho de telefone para não perder o contato com o mundo. 

Hoje em dia, um celular bem equipado, com qualidade HD para fotos, tantos frontais quanto laterais, filmagem em Full HD e opções até mesmo para quem busca editar as fotos já oferece esse efeito prático com muita qualidade. Mas é preciso saber escolher, porque afinal, opções é o que não faltam no mercado dos smartphones.

Para te ajudar a encontrar o celular certo, com melhor câmera possível, a ibyte separou algumas dicas exclusivas. Venha conferir os modelos mais importantes do momento, e como cada configuração pode transformar sua experiência fotográfica!

A melhor câmera de celular: como avaliar?

Antes de iniciar as dicas de aparelhos que vão mudar sua perspectiva sobre as imagens de celular, é importante entender como deve ser feita uma avaliação e câmeras para celular, já que ela são muito mais do que uma simples quantidade de megapixels. Esse fator, inclusive, é o que menos faz diferença na hora de capturar as imagens.

Comece sua avaliação analisando a qualidade do jogo de lentes embutido no aparelho, tanto na parte traseira, quanto no “modo selfie”. A abertura disponível é bem importante, assim como o tratamento disponível pelo software, a potência do processador e a qualidade do sensor para as fotos.

Outro fator que pode desempatar a escolha de celulares e configurações muito semelhantes é a aposta em diferentes tipos de câmera em um só lugar. Opções como as câmeras ultrawide, teleobjetiva e macho podem expandir a usabilidade do seu smartphone e gerar novas experiências de filmagem e fotografia. Não deixe de prestar atenção nesses detalhes!

A capacidade de armazenamento do celular também vai interferir na capacidade de uso da câmera, principalmente quanto aos arquivos que você deixa no aparelho. Uma boa resolução cria uma imagem muito “pesada”, por isso, a capacidade de armazenamento interno e de expansão dessa possibilidade com cartões de memória deve ser analisada.

Conheça outras vantagens de adquirir um smartphone

4 modelos com as melhores câmeras do momento!

Agora que você já conhece as principais configurações para se observar na hora de escolher uma ótima câmera de celular, chegou a hora de conhecer os modelos que estão chamando a atenção para os especialistas no assunto. Compare as possibilidades e aposte naquele que mais combina com você!

Galaxy A30s: a combinação perfeita de tela e câmera!

Essa é uma das opções mais básicas do mercado para quem busca qualidade na câmera e baixo custo. Com um conjunto de câmeras superior ao seu modelo anterior, o Galaxy A30s oferece um sensor de 25mp que possibilita fotos com riqueza de detalhes e ótima tonalidade.

Outra vantagem imperdível aqui é a lente ultrawide, um destaque para essa faixa de preço, e que ainda oferece um nível de contraste imperdível. No conjunto traseiro a profundidade vai até 5mp, e nas opções da frente, a tela Super Amoled ajuda na visualização perfeita da câmera de 16mp.

Motorola One Zoom: uma ótima opção intermediária

Apesar de estar posicionado na categoria de intermediários dos smartphones atuais, o Motorola One Zoom promete funcionalidade e qualidade superior aos demais “concorrentes”.  Seu conjunto ótico disponibiliza ao usuário: uma lente teleobjetiva de 8mp,  aproximação de até 3x para imagens, estabilização nas 3 câmeras e uma lente ultrawide de até 16mp. Incrível, não?

É fã dos vídeos? Então esse o celular intermediário perfeito para você! Com o One Zoom é possível garantir estabilidade, transição de lentes e alternância de câmeras para gravar aproximando e distanciando a imagem. Esse sistema não funciona apenas para melhor a captura, ele também pode ajudar durante a edição dos vídeos.

Zenfone 6: para quem ama uma boa selfie

Não é segredo para ninguém que a maioria dos celulares oferece sempre uma câmera dianteira de ótima qualidade, e uma opção frontal para selfies onde a resolução costuma ser muito prejudicada, mas com o Zenfone 6, essa história fica bem diferente.

Com esse modelo, não existe uma câmera principal, já que o mecanismo do flip comanda o par de câmeras sem chamar atenção, ou diminuir a experiência de uso. E nessa “dose dupla” a qualidade é ainda maior, com opções como efeito panorama, 48 mp de abertura e até 13mp de resolução.

Xiaomi Mi 9: o custo-benefício certo para você!

A Xiaomi se tornou queridinha dos entusiastas e especialistas em tecnologia para celulares, e com certeza ela é uma das melhores opções para quem busca custo-benefício quando o assunto é qualidade de câmera. O Mi 9 está no topo das principais linhas da marca e oferece configurações impressionantes para sua categoria.

Por influência da tecnologia de agrupamento de pixels, seu sensor principal oferece 48mp de abertura e uma nitidez superior, ideal para impressões. As outras lentes oferecem uma teleobjetiva com zoom óptico de aproximação, e uma ultrawide de 16mp. A selfie também tem suas vantagens, já que é possível garantir 20mp para esse tipo de foto. 

Gostou das dicas? Encontrar a melhor câmera de celular para você ficou bem mais fácil com a ajuda da ibyte! Conheça outras dicas do mundo dos smartphones aqui no blog Descomplik, e não deixe de conferir também as novidades da nossa loja online!

Mesa digitalizadora e suas funções: conheça melhor a ferramenta!

Para grande parte do pessoal que cria designs profissionalmente, a mesa digitalizadora já é uma ferramenta básica de trabalho. Com ela, é possível abandonar o mouse para a maioria dos procedimentos em artes digitais, o que permite um trabalho bem mais ágil e confortável. Quer saber o básico sobre o equipamento antes de garantir o seu? Acompanhe o post e compre bem informado!

Como funciona uma mesa digitalizadora

Também conhecida como tablet gráfico, drawing pad ou tablet pad, a mesa digitalizadora é um periférico para PCs ou notebooks que permite desenhar com uma caneta especializada.

Os traços digitais são realizados sobre o hardware e surgem na tela do monitor, facilitando diversas tarefas difíceis de reproduzir com o cursor tracionar. Por possuir a mesma configuração que o papel e caneta reais, permite que os movimentos do desenho sejam muito mais naturais, com resultados super interessantes.

As versões atuais não exigem softwares específicos para utilização, apesar de possuírem aplicações individuais para que se realize configurações da mesa. Funcionam normalmente nos diversos programas de edição de imagem, como photoshop e illustrator, atuando como um substituto otimizado do mouse. Assim, você poderá usar todas as possibilidades desses softwares e combiná-las com o traçado natural do desenho à mão.

O stylus, nome que se dá à caneta que acompanha a mesa, geralmente apresenta dois botões com finalidades configuráveis através do software. Suas funções nativas, porém, costumam ser as mesmas do botão direito e esquerdo do mouse, permitindo que você realize comandos tradicionais do PC sem precisar trocar de ferramenta.

A mesa em si também pode conter botões, para facilitar a navegação. De modo geral, a conexão com o computador se dá por meio de cabo USB ou bluetooth.

Uma das funções mais interessantes apresentadas pelos modelos mais completos é a detecção de pressão, que torna o traço mais forte, mais grosso ou mais delicado de acordo com a força aplicada.

Algumas versões detectam a inclinação da caneta, reproduzindo com muito realismo os desenhos hachurados, por exemplo. Modelos que leem o toque dos dedos possibilitam que você reproduza o efeito de pintura manual.

As principais versões do mercado

De maneira geral, os aparelhos comumente conhecidos como mesas digitalizadoras são compostos de tablets sem imagem, que capturam o movimento realizado e o reproduzem no monitor do seu PC.

Assim são todos os modelos de entrada da Wacom, a grande líder no mercado de tablets. A marca se destaca pela durabilidade e funcionamento confiável, ideal para quem não quer saber de substituir o equipamento por um bom tempo.

Procurando pelas mesas digitalizadoras que possuem tela? Neste caso, você está falando dos displays interativos, equipamentos bem mais caros e especializados. Com eles, a sensação é a de estar desenhando sobre um papel digital, e o traço realizado surge imediatamente abaixo da caneta. Nos modelos mais caros, até a textura da tela imita a do papel.

O que observar na hora de escolher sua mesa?

Decidiu adicionar uma drawing tablet às suas ferramentas de desenho? Hora de estudar o mercado para fazer a escolha certa. Confira a seguir os principais critérios a serem levados em conta no momento de escolher seu equipamento:

  • Faixa de preço

Como na seleção de qualquer periférico, começar pela definição da faixa de preço em que está disposto a investir é sempre a melhor ideia. Isso evita frustrações e possibilita uma escolha muito mais certeira, com concentração integral nos elementos pelos quais você pode de fato pagar.

A maioria dos designers profissionais afirma que os modelos de entrada são os melhores para os iniciantes, pois são bem mais baratos e simples de usar, sem funcionalidades mirabolantes.

Apesar disso, permitem que o usuário conheça muito bem a ferramenta e são suficientes para a grande maioria das tarefas. Lembre-se que a mesa digitalizadora exige um período de adaptação, no qual você aprenderá a acionar funções com mais rapidez, acostumando-se com a sensação de desenhar sem olhar para a mão. Nessa fase, uma versão mais simples pode ser tudo o que você precisa.

  • Tamanho

O tamanho da mesa se relaciona, inicialmente, com dois fatores principais: o tamanho do seu monitor e o esforço que seu braço precisará realizar para atingir as extremidades do desenho. Uma tablet maior pode oferecer maior conforto de uso, mas exigirá movimentos mais amplos para atingir os cantos opostos da tela. Considere, ainda, que modelos maiores costumam ser mais caros.

Além desses critérios iniciais, você deverá considerar também seu estilo de trabalho. Designs muito amplos exigem um espaço maior de trabalho que pode ser difícil de reproduzir em uma mesa pequena ou média. Coloque esses fatores na balança no momento da decisão!

  • Funções

Funções diferenciadas e super especializadas também afetam bastante o preço de seu equipamento. No momento de analisar esse fator, seja realista e liste as funções que de fato fazem a diferença nos designs que você realiza.

Se você trabalha com lettering, por exemplo, um ótimo sensor de pressão é mais que necessário. Pretende fazer desenhos que reproduzam pinturas reais, feitas no papel? Funções como o sensor tátil podem ser cruciais.

E aí, curtiu essa apresentação completíssima das mesas digitalizadoras, equipamentos fascinantes que te dão vazão integral à criatividade? Conte pra gente o que achou do post e compartilhe suas sugestões. Adoramos ler seus comentários!

Quer continuar descomplicando os diversos periféricos desse mundão da tecnologia? Permaneça ligado nas atualizações do blog, que acontecem toda semana. Até o próximo post, pessoal!

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