Vale a pena investir em um ssd

Vale a pena investir em um SSD? Descubra agora!

Investir em um SSD para aqueles que já estão acostumados com os bons e velhos SATA pode parecer uma opção um tanto incerta quando baseada apenas no espaço que o disco oferece. As tecnologias de armazenamento em flash, como no caso dos pen drives e SSDs, são relativamente novas, mas ainda assim têm ganho uma proeminência grande nos últimos anos e já se mostraram a próxima tecnologia em relação às soluções de armazenamento físico.

Para entender as implicações, benefícios e circunstâncias em investir em um SSD, é necessário fazer algumas ressalvas e ilustrar a relação e funcionamento desses componentes tão importantes para a computação.

O que eu preciso saber antes de investir em um SSD?

Hoje, os HDs e SATA são, na maioria dos casos, o padrão de armazenamento físico, que já estão há um bom tempo no mercado e vem ganhando muitas implementações. Imagine que, pouco mais de uma década atrás, o tamanho geral deles costumava ser em torno de 80 até 120 GigaByte.

Agora, dificilmente se compra um computador com menos de 1 TeraByte. O que convém chamarmos de Disco Rígido (HD, Hard Drive) é um componente que, para armazenar os arquivos e se comunicar com o sistema, depende de uma leitura do disco de armazenamento, o platter e sua transmissão.

Todo o processo tem uma taxa de velocidade média que, em circunstâncias normais, gira em torno de 100 MegaBytes/Segundo, considerando o espaço entre as operações. Isso determina, em partes, a velocidade de funcionamento do seu micro, o espaço de tempo entre operações e tudo mais.

A tecnologia flash, que compõe o SSD (Solid Slate Driver, ou Disco Sólido) é vista como a evolução do sistema do HD. A começar por seu nome (disco sólido), que já indica a integridade única do componente, pois os HDs convencionais possuem algumas peças dependentes entre si, o que o torna, além de grande consumidor de energia, mais suscetível à choques e problemas físicos. Além de sua segmentação aumentar os pontos de comunicação para o acesso do sistema, diminuindo exponencialmente sua velocidade.

Já o SSD é íntegro, seu sistema é constituído de um circuito integrado de semicondutores, o que aumenta sua dinâmica e diminui consideravelmente seu tamanho e resistência contra o calor.

Além disso, a taxa de transferência também é muito superior, oscilando em torno dos 700 a 900 MegaBytes/Segundo. O que é possível imaginar, se comparado à velocidade média de transferência dos HDs SATA, entrega um desempenho muito superior.

Afinal, como escolher um bom SSD?

Antes de tudo, é preciso ter em mente o estado de desenvolvimento em que o SSD se encontra. Ele ainda é uma tecnologia relativamente nova e, graças à série de benefícios óbvios que traz, costuma ter um preço mais elevado, e que é justificado pela variação de implementações que o acompanha e sua vida útil maior.

Outro fator que pode desestimular muitos usuários é o fato de ainda possuírem versões um tanto pequenas em comparação aos HDs convencionais. Enquanto hoje conseguimos encontrar sem grandes problemas nem preços exorbitantes um HD de 3 TeraBytes, 300 GigaBytes de um SSD terá um preço proporcional.

Isso se dá, certamente, pela novidade dos SSDs, que, assim como os SATA, terão soluções de armazenamento e produção que os baratearão para uma escala de produção muito maior.

É necessário entender como os SSDs têm sido usados: como já dito, a taxa de velocidade de transferência de um SSD em relação ao SATA é capaz de chegar a ser até dez vezes maior.

Isso, em termos práticos, significa muito. O que os usuários que trocam seus HDs convencionais por SSDs buscam é uma velocidade superior em seus sistemas operacionais. A velocidade de comunicação do HD para o acesso das RAMs e do sistema aumenta criticamente, elevando o desempenho do computador como um todo. A diferença pode ser sentida até mesmo na inicialização ou no carregamento de arquivos e aplicações grandes, que ficam muito mais rápidas.

O que se está fazendo, no geral, é instalar o sistema operacional e as aplicações e games que apresentam uma grande demanda no SSD para que sejam acessados com muito mais velocidade, enquanto os outros arquivos gerais do computador continuam no SATA comum, já que tão terão a mesma frequência e volume de acessos feito o sistema operacional e as aplicações mais usadas no computador.

Considerando por esse aspecto, investir em um SSD é importantíssimo para vários perfis de usuários que dependem de um desempenho de ponta por parte de seu aparelho, como profissionais que trabalham com estúdios de fotografia, vídeos e áudio, gamers que buscam combater o lag causado pelo atraso dos SATA, especialmente aqueles que jogam com um caráter mais profissional, computadores de servidor que, apesar de terem vários dispositivos conectados simultaneamente, precisam de um HD extremamente estável para comportar o sistema, que seja resistente ao calor e à problemas mecânicos para aguentar passar 24 horas ligado sem quedas.

Vale a pena, portanto, apostar modestamente em novas tecnologias para ir ganhando desempenho na medida em que elas são aprimoradas e se tornam mais acessíveis. Muitos usuários já estavam há algum tempo esperando implementações dessa natureza para suas demandas. Se você era um deles, investir em um SSD é uma opção muito válida que certamente irá se pagar na medida em que você ganha em qualidade.

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