Escolhendo a câmera de ação: GoPro, SJCam, Sony Action ou Xiaomi MiJia

Câmeras de ação – ou, em inglês, action cams – são dispositivos de filmagem e fotografia criados para as situações extremas. Preparadas para enfrentar o que der e vier com você, podem ser submetidas à água e poeira sem preocupação, ideais para quem quer registrar esportes e aventuras sem utilizar as mãos.

Trazidas ao mercado pela marca GoPro, em 2002 revolucionaram a produção de imagens e fotos e já evoluíram muito desde as primeiras versões. Quer conhecer as melhores opções disponíveis e definir qual a mais vantajosa quanto ao custo-benefício? Vem com a gente e confira: 

Conhecendo as opções mais populares do mercado

Em todos os nossos amados guias de compra no blog Descomplick, ressaltamos a importância de que você defina com clareza seus objetivos com o novo gadget. Isso inclui saber quais funcionalidades mais espera utilizar, qual aspecto você mais valoriza em um equipamento e o principal: quanto você está disposto a pagar! Somando todos esses fatores fica fácil decidir qual produto é o ideal para você! 

Para te ajudar em toda essa matemática, apresentamos os modelos mais populares do mercado, com suas funções e especificidades. Confira e compare com atenção:

 

 

A marca que deu vida ao conceito de action cam ainda é reconhecida como a melhor do mercado! A GoPro tem 7 modelos principais, dos quais discutiremos os dois últimos. 

Comecemos com a GoPro Hero 6, que grava vídeos em 4K60 e 1080p240. Contém Slo-mo Pro e é resistente a água, podendo ser submersa em até 10 metros sem a caixa estanque. O modelo faz um bom trabalho de estabilização e sua definição é muito satisfatória – enfim, tudo o que se espera de uma líder de mercado. Ela também conta com display touch, bateria de 3 horas de duração, conexão Wi-Fi e pode transferir fotos para as redes sociais de maneira direta.    

 

  • GoPro Hero 7

 

Super robusta, a GoPro Hero 7 conta com todas as demais funcionalidades da versão anterior, e ainda mostra avanços consideráveis em filmagem noturna e na estabilização de imagem. Destacam-se também as melhorias no áudio, o que permite sons bem nítidos sem microfone externo. Esses elementos são os mais relevantes para você? Se sim, pode ser que a Hero 7 seja a opção correta! 

 

  • Sony Action Cam 4K FDR-X3000

 

Outra gigante do mercado, a Sony oferece um modelo bem robusto que compete com as versões da GoPro. A Sony Action Cam 4K FDR-X3000 é super compacta e um pouco mais pesada que as GoPros tradicionais, ainda mais quando usada dentro da caixa estanque. Grava em 4K e 120fps, perfeita para o Slo-mo profissional. O áudio também é bem satisfatório, embora não se aproxime da eficiência que a GoPro Hero 7 oferece.

Seu estabilizador digital também é interessante, apesar de diminuir a área de captura. Um desfalque importante é a ausência de visor no dispositivo, fator relevante na hora da compra! De qualquer maneira, ela possui Wi-Fi e conectividade com aplicativos acessíveis da Sony, nos quais é possível visualizar tudo o que está sendo capturado pela lente.    

 

  • SJCam SJ8 Pro

 

Com filmagem em 4K a 60fps, a SJ8 da SJCam é uma opção de alta qualidade e preços mais baixos, posicionada entre os modelos da Sony e da Xiaomi. O modelo tem dois microfones, tela touch e visor frontal que mostra o modo no qual o aparelho está funcionando. Não é resistente à água de forma nativa, mas pode ser adaptado. 

Um dos fortes dessa opção é a variedade de acessórios que acompanham a câmera. Ela vem com cabos USB, duas conexões para locais planos, outras conexões de rosca, uma caixa estanque, uma case protetora, um suporte para guidão e diversos adesivos da marca. A câmera também tem conectividade Wi-Fi e a interface é bem fácil de utilizar.  

 

  • Xiaomi MiJia Mini 4k

 

Uma action cam mais acessível, em especial para quem quer experimentar a tecnologia e não quer comprometer o orçamento. Ela não é resistente à água e também não aguenta usos mais agressivos, como as GoPro, mas ainda assim revela grande potencial de uso. Seu design de poucos botões é bem clean e compacto, com touchscreen e resolução 4K – os grandes destaques da versão.

A bateria do modelo é bem satisfatória para a faixa de preço, chegando a 2 horas de gravação contínua. O software instalado conta com estabilização eletrônica e pode ser pareado com o Mi Home, o aplicativo da Xiaomi especial para o dispositivo.

Já sabe qual delas vai com você pra próxima aventura? Conte pra gente nos comentários! E é claro que suas sugestões, dúvidas e opiniões são super bem vindas para que a gente continue alimentando esse espaço com mais informação sobre gadgets e tecnologia!

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Veredito Smart Home: vale mesmo a pena ter um assistente virtual?

Já pensou em ter um aparelho inteligente, compacto e autônomo para fazer perguntas úteis do dia a dia, programar alarmes, organizar sua agenda, além de ativar e programar outros dispositivos conectados ao redor da casa? O melhor: tudo é feito de forma natural, usando a fala. Estamos tratando dos assistentes virtuais, disponíveis em algumas versões bem populares do mercado atual.

A tecnologia acaba de se desenvolver e ainda gera algumas dúvidas bem compreensíveis. Para comprar com segurança, é crucial entender as funcionalidades oferecidas, diferenças centrais entre as versões mais populares, informações importantes e principais limitações. Vem com a gente e decida se um assistente virtual está fazendo falta em sua rotina!

O que são assistentes virtuais?

De maneira objetiva, chamamos de “assistente virtual” o sistema operacional ou inteligência artificial responsável por realizar as ações e responder a comandos. Hoje, os assistentes virtuais que dominam o mercado são a Alexa, da Amazon, e a Siri, da boa e velha Google. A cada ano suas capacidades de reconhecimento de voz, processamento e funcionalidades são atualizadas, animando amantes de tecnologia ao redor do mundo.

Você pode usar esses softwares em seu aparelho celular ou televisão smart, por exemplo, mas o device mais interessante para tirar o máximo do software é o smart speaker, uma caixa de som potente e otimizada para escutar os comandos por voz. Cada grande marca possui a(s) sua(s), que já vêm com o sistema correspondente instalado.

Conheça as principais versões do mercado

Comecemos pela Amazon, a primeira gigante a investir na tecnologia. Os smart speakers mais populares da marca fazem parte da linha , que já conta com três gerações. Atualmente, o assistente virtual também pode vir na versão Echo Dot, mais compacta e acessível, que também possui 3 gerações. O aparelho mais caro e mais completo da família, por sua vez, é a Echo Show, que possui tela touch. Todos os dispositivos das linhas Echo e Echo Dot possuem um arco de luz que se ilumina quando a Alexa recebe comandos – ideal para que você tenha certeza de que o assistente foi ativado.

Sua concorrente principal é a Google, com o famoso Google Home, um smart speaker robusto em formato cilíndrico e base colorida que pode ser trocada como você preferir.  Seguindo a mesma linha da Amazon, a empresa também oferece uma versão compacta com o Google Nest Mini, que já está na segunda geração.

Ambas as marcas se atualizaram bem quanto aos mecanismos de reconhecimento de voz e automação, porém apresentam algumas diferenças importantes. Quer um post completo comparando essas duas famílias de assistentes virtuais? Não se acanhe e fale já pra gente nos comentários!

As principais funcionalidades do aparelho

A principal promessa dos smart speakers é tornar seu dia a dia mais rápido e prático. Com eles, portanto, as tarefas que antes exigiam deslocamento e acionamento de botões em múltiplos dispositivos podem ser realizadas por um único comando de voz, como se você estivesse pedindo para um assistente de verdade, mesmo. Com uso constante, seu assistente passa a conhecer seus hábitos e fica bem mais eficiente nas solicitações.

É possível reproduzir músicas específicas, solicitar as notícias do dia, saber qual a previsão do tempo, perguntar sobre o trânsito em tempo real… enfim, seu smart speaker performa qualquer ação da web e te informa os resultados por áudio, sem que você precise interromper outras atividades. Quer acionar alarmes de maneira rápida, adicionar eventos na agenda e fazer notas de voz sem usar as mãos? Os smart speakers podem ser pra você!

As possibilidades de automação também são funcionalidades bem interessantes. Usando dispositivos compatíveis e com conectividade bluetooth, você pode acender luzes, trancar portas, ativar o ar condicionado, ligar a TV, entre outras ações bastante úteis. Também dá pra programar seus dispositivos para que sejam ativados e desativados em horários específicos.

Vantagens e desvantagens

Apesar de terem se tornado bastante acessíveis nos últimos anos, nem todos os outros aparelhos compatíveis que realizam ações automatizadas pela casa sofreram o mesmo processo. Ou seja: se espera adquirir um assistente virtual para transformar sua casa em uma smart home, espere gastar quantias mais significativas.

Por outro lado, os dispositivos hoje disponíveis no mercado realizam ações por voz com muita eficiência e de fato cumprem o prometido, facilitando e agilizando ações do dia a dia, como marcações na agenda e ativação de alarmes. Há de se considerar, também, que a cada dia mais e mais produtos baratos ganham compatibilidade com tais aparelhos, e as perspectivas para o futuro só deixam os smart speakers mais vantajosos. Outro elemento positivo é a qualidade de som do aparelho, com reprodução limpa e de qualidade na grande maioria das versões.

Conclusão: vale ou não a pena?

Considerando os preços atuais e as funcionalidades disponibilizadas, concluímos que vale muito a pena levar um assistente virtual para casa. No entanto, considere bem suas expectativas quanto a automação, lembrando que você precisará investir em outros equipamentos compatíveis para desfrutar de uma smart home de verdade. Compare bem as versões do mercado e escolha aquela que performa melhor nos aspectos que você mais espera utilizar.

E aí, gostou do post dessa semana? Esperamos ter te ajudado a decidir com segurança! Se quiser mais análises como esta sobre novos produtos e tecnologias que despontam no mercado, mande já seu comentário com sugestões. Nosso espaço de troca de informações é feito com a ajuda de amantes da tecnologia como você!

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Até o próximo post, descomplicados!

Escolhendo seu drone: quais os principais critérios a se observar?

Muito amante de tecnologia já se deixou seduzir pelos drones. Esses aparelhos viraram febre nos últimos anos, quando passaram a ser produzidos para o grande público e consumidos por uma infinidade de razões. Eles realizam filmagens aéreas impressionantes, são relativamente acessíveis e podem ser usados por qualquer um.

Com a crescente popularização desses veículos aéreos não tripulados – o nome técnico dos famosos drones – o mercado tem sido inundado com uma variada e empolgante leva de opções. Escolher um drone em meio a tantas características diferentes pode ser difícil.

E aí, preparado para descomplicar essa decisão? A seguir, apresentamos os principais critérios nos quais você deve prestar maior atenção no momento de comprar seu drone. Olha só:

As perguntas: escolhendo de maneira consciente

É impossível apontar o melhor modelo de drone de todos os tempos, para todos os pilotos e todas as situações possíveis – isso infelizmente não existe. Os aparelhos costumam inclinar sua qualidade técnica em algum aspecto específico, e assim os fabricantes conseguem atender às demandas diversas apresentadas pelos vários públicos.

O que existe de fato é o drone ideal para você. Por isso, conheça bem suas intenções de compra. Dessa maneira, você poderá escolher um equipamento que realiza bem aquela ação desejada, sem desperdiçar dinheiro com funcionalidades que não vai usar. Para isso, faça a si mesmo as seguintes perguntas:

  • Quanto quero gastar? Melhores drones em cada faixa de preço

Como já comentamos, a variedade no mercado de drones é gigantesca e isso se reflete nos preços. Existem opções muito baratas, como as versões de bolso, que giram em torno de 80 a 200 reais. Opções medianas, em que se concentram o maior número de modelos, que variam entre 200 e 900 reais. E as opções profissionais, bem mais robustas, de 900 reais em diante.

Dentro de todas essas faixas de preço, porém, é possível encontrar drones pensados para cada tipo de uso – e essa é a segunda pergunta chave!

 

  • Para que pretendo usar? Drones profissionais e recreativos

 

Qual é seu nível de experiência? Deseja adquirir um drone de inserção, um modelo mais barato para experimentar a pilotagem e, então, investir em versões mais caras? Todos esses fatores devem ser levados em consideração.

Sobretudo, pense nas situações em que deseja usar seu drone. Vai levá-lo em uma viagem ocasional? Deseja utilizá-lo apenas para capturar imagens legais aos fins de semana? Deseja prestar serviços, utilizando-o para filmagens e fotografias profissionais? Esses aspectos devem guiar completamente sua decisão. 

Aspectos importantes em um drone

Com bases nas respostas obtidas em sua “mini entrevista” consigo mesmo, observe os seguintes indicativos nas especificações do drone que está pesquisando. Lembre-se de sempre priorizar os critérios que mais fazem sentido para o tipo de uso que vai realizar!

  • Qualidade da câmera

Se vai usar seu drone para fins profissionais, a qualidade da câmera e o potencial de armazenamento devem ser alguns dos pontos mais relevantes na escolha. A depender de sua exigência quanto a qualidade, opte por uma câmera 4K. Se não vai fazer usos profissionais mas deseja obter cliques interessantes dos seus passeios, as opções Full HD, mais acessíveis, podem oferecer uma qualidade satisfatória.

Observe, ainda, que existem drones com ou sem câmera embutida. Alguns modelos disponibilizam uma câmera de fábrica que pode ser substituída por outra, se assim preferir o usuário. Também há aqueles em que a câmera é fixa, sem opção de troca ou remoção. Aí, já sabe: se a câmera quebrar, você terá de substituir todo o equipamento.

  • Tempo de voo

Existem drones que só dispõem de bateria suficiente para voar 5 minutos. Outros, mais caros e sofisticados, voam até 30 minutos com uma única carga. Existem ainda os fabricantes que disponibilizam baterias externas que podem ser inseridas rapidamente, e seu drone poderá voltar a voar de maneira imediata.

Esse fator é especialmente importante para usos profissionais do equipamento. Se deseja fazer filmagens em eventos, por exemplo, não há tempo hábil para recarregar a bateria do seu drone – você perderá toda a ação e o resultado ficará comprometido. Em outras situações, como usos recreativos ou filmagens profissionais de elementos estáticos, como fazendas, essa característica pode ser menos exigida.

  • Distância de voo

Quais são suas expectativas para a distância do voo com seu drone? Alguns modelos deixam de responder quando ultrapassam 100 metros de distância do transmissor. Outros, muito mais caros, chegam a voar num raio de 5km. Lembre-se, é claro, de observar atentamente as regras de voo de seu país.

Existem modelos mais sofisticados que contam com modos diferentes de pilotagem. Com essas configurações, seu drone pode voltar sozinho ao ponto de decolagem, realizar percursos predefinidos, seguir algum objeto automaticamente, além de diversas outras funções bem interessantes.

  • Tamanho

Vai levar seu drone em uma viagem? Pretende explorar paisagens naturais e vai carregá-lo na mochila? Muito cuidado com o tamanho e configuração física do modelo escolhido. Hoje, existem drones de hélices dobráveis ultra compactos que são bem resistentes e cabem em qualquer mala, ideias para registrar paisagens naturais de difícil acesso.

Modelos maiores sem braços dobráveis são realmente difíceis de transportar. Seus elementos são delicados e você com certeza precisará de uma caixa própria. Por outro lado, essas versões costumam ser mais estáveis e potentes. Se seu uso exige mais dessas duas características, vale a pena sacrificar a transportabilidade. Tudo dependerá das suas reais necessidades.

Quer continuar por dentro de tudo que há de mais atual no mundo da tecnologia? Então fique ligado nas atualizações do nosso blog, sem esquecer que postamos toda semana. Quer mais conteúdo, siga a página da ibyte no Instagram! Vamos adorar te ver por lá.

Até a próxima e boa escolha!

Soundbar: quais são os melhores modelos da atualidade? Veja aqui!

Normalmente, quando procuramos por um soundbar, pensamos em aparelhos potentes, capazes de levar nossa noite de filmes a um nível diferenciado de qualidade e imersão. Mas, nesse contexto, temos sempre uma dúvida comum: qual o melhor soundbar?

É fato que ele precisa ser um equipamento capaz de amplificar o áudio da televisão com perfeição e qualidade técnica. No entanto, vale lembrar que um soundbar não é um home theater. Antes de tudo, vamos entender essa diferença?

Home theater ou Soundbar? Qual é a diferença?

Basicamente, o home theater tem uma qualidade de som maior que o soundbar. Isso porque, além das caixas de som que ficam espalhadas pela casa e dão ao usuário uma experiência imersiva intensa, ele também conta com um subwoofer muito forte.

Por isso, o home theater tem capacidade de deixar os graves mais fortes e poderoso. Como se não bastasse, ele ainda conta com um receiver, que amplifica o som de todo o sistema. Soundbars de alta qualidade também possuem subwoofers.

Por outro lado, os soundbars comuns apresentam uma barra de som unificada e não têm caixas traseiras. Esse equipamento conta com a tecnologia surround, o que proporciona uma sensação de áudio de 360º, mas ainda assim não chega na qualidade do home theater.

Porém, os soundbars costumam ser mais mais em conta que os home theaters. Além disso, eles são mais leves e práticos de instalar. Enquanto os home theaters, por possuírem diversos componentes, exigem mais cuidados e, em muitos casos, o trabalho de um profissional.

Dessa forma, muitas vezes eles são as opções mais acessíveis e passíveis de investimento. Vale muito a pena ter o seu!

No entanto,, para acertar em sua compra, escolha uma das opções da nossa lista:

Soundbar JBL 5.1 Surround com Tecnologia MultiBeam 325W RMS

A JBL Bar 5.1 Surround transforma sua sala de tv em uma verdadeira sala de cinema. Ela possui 550 watts de potência e um subwoofer de 10’’. Sendo assim, nos filmes de guerra, suspense, nos graves do terror ou na beleza fascinante dos longos documentários, você terá muito mais vida e intensidade.

Tudo isso sem o uso de caixas de som ou fios. É tudo transmitido online, além do bluetooth que também nos permite compartilhar por streaming. Ela ainda tem cerca de 325W RMS de potência e compatibilidade com Chromecast e Airplay. Um equipamento muito acima da média!

Soundbar LG SJ3 2.1 Canais Subwoofer Wireless Bluetooth USB – 300W

A Soundbar LG SJ3 é ideal para você que deseja um aparelho cheio de facilidades. Ela tem 300W de potência, é conectada à TV de modo totalmente online, sem a necessidade de fios.

Além disso, o equipamento ainda conta com um equalizador de som automático e te permite ouvir músicas pelo celular com muita qualidade de som. Esse aparelho é bivolt e possui USB traseira.

Soundbar Samsung com Subwoofer 320W 2.1

Com a Soundbar sem fio HW-R550 da Samsung você vai poder assistir seus programas de TV favorito com um som muito melhor e mais alto! Assim como os maiores modelos da marca, esse é um equipamento que promete te dar as melhores experiências possíveis.

Quando pensamos em custo-benefício essa pode ser uma opção ideal, afinal, apresenta potência de 320W, 2.1 canais e 4 Speakers. Assim, tem-se um aparelho mais acessível e que, ao mesmo tempo, responde aos grandes apelos diários do usuário.

Soundbar JBL 3.1 Canais com Bluetooth, Som Surround

A JBL 3.1 é uma das melhores alternativas para quem deseja um produto com potência em todo o espaço. São 178W RMW com um canal central dedicado, além de um subwoofer sem fio de 10’’. Muita força para você ouvir cada detalhe do áudio com muita qualidade.

Ela conta com som, sistema surround JBL e Dolby Digital, o que garante uma imersão em áudio de som surround, ou seja, a sensação de um som que está vindo de todos os lados do ambiente.

Com esse equipamento, temos a possibilidade de conectar até três dispositivos em 4K, pois ele conta com entradas HDMI suficientes para isso. O amplificador dedicado do aparelho e os alto-falantes permitem ao usuário a recepção dos sons de maneira muito mais detalhada.

Vale a pena comprar um soundbar?

Muitas vezes não sabemos que precisamos de um soundbar até termos um. Eles se adequam em ambientes de até 30 metros e são super úteis para pessoas que prezam por cada detalhe sonoro.

Então, não perca tempo e encontre seu modelo preferido! Eles podem mudar completamente o seu tempo na frente da TV e deixá-lo muito mais prazeroso, tanto para filmes, quanto para músicas.

E então, gostou deste post? Esperamos que agora fique mais fácil encontrar o soundbar ideal para você! Continue acompanhando o blog da ibyte para ficar sempre por dentro de novidades do mundo dos eletrônicos!

Vale a pena usar a TV como Monitor? Saiba como fazer isso!

Você trabalha em frente ao PC? Passa muitas horas entretido em jogos online ou assistindo a filmes? Então, já deve ter cogitado a ideia de usar a TV como monitor. Mas você sabe quais são as vantagens e desvantagens dessa alternativa?

Hoje em dia, muita gente trabalha em frente ao computador e tem consciência dos problemas que isso pode causar à saúde. Tanto no que diz respeito à postura, ao sedentarismo, como também em relação aos cuidados com os olhos.

Além de todos os fatores que envolvem o bem-estar do usuário, quando se trata da adaptação da TV, precisamos levar em consideração as especificações da televisão, já que elas não foram criadas para serem usadas como monitores.

Sabemos que muitas pessoas optam fazer essas adaptações. Por isso, separamos algumas informações que podem ser úteis nesse momento. Continue a leitura deste post para entender melhor!

Tudo o que você precisa saber antes de usar sua TV como monitor

Sim, você pode conectar sua TV ao seu PC e ela irá funcionar perfeitamente como um monitor. Essa é uma boa ideia e pode te agregar diversas facilidades durante o dia a dia de trabalho ou na rotina de jogos. Para isso, dê atenção às seguintes observações:

O básico para sua TV funcionar como monitor

O item mais básico e fundamental é que sua TV tenha uma entrada HDMI. A maioria das televisões modernas é equipada com essa função, inclusive, costuma contar com mais de uma entrada, assim, dá para conectá-las aos mais diferentes aparelhos eletrônicos.

Se for o seu caso, basta conectar os aparelhos normalmente. Também podemos encontrar no mercado TV com entrada DVI e outras com entradas VGA para uso do PC.

Se o seu televisor tiver apenas uma saída DVI, é preciso usar um cabo HDMI para DVI e, então, ligar um eletrônico ao outro. Mas, se sua TV tiver apenas saídas VGA, utilizá-la pode não ser uma boa opção.

Isso porque você tende a perder em qualidade de imagem e resolução. Nesses casos, não é muito vantajoso trocar seu monitor pela TV. Por isso, prefira usar o HDMI ou DVI.

Observe a resolução da sua TV

Não é recomendado usar a TV como monitor sem antes configurá-la corretamente. Fazer isso é muito simples, basta olhar o manual do fabricante do aparelho e descobrir qual é a resolução exata.

As televisões mais populares do mercado, normalmente, reproduzem 1080p, com uma resolução de 1920×1080. Pensando nisso, podemos considerar uma tela de laptop de 15,6 polegadas, levando em conta uma tela de TV com de 32 polegadas. A qualidade não será satisfatória.

Dessa forma, a densidade de pixels é o fator de maior importância. Na tela do notebook essa densidade é muito maior que na TV, assim, o notebook oferece uma tela com muito mais nitidez e riqueza de detalhes.

Passo a passo rápido para conectar sua TV ao seu computador

Depois de analisar se é uma boa opção trocar seu monitor pela tela da sua TV – tendo em vista a resolução do aparelho – é hora de conectá-los. Para isso, desligue ambos os equipamentos.

Confira quais são as entradas disponíveis em sua TV e PC. Desse modo, é possível identificar se elas são compatíveis. Depois, escolha uma conexão adequada. Você terá as opções determinadas nos tópicos acima: HDMI, VGA e DVI.

Com um cabo compatível, conecte seu computador a TV. Em seguida, ligue o Notebook ou computador e a TV. Com o controle remoto da televisão em mãos, é hora de mudar a porta de entrada para que corresponda ao HDMI.

Seu televisor pode apresentar as alternativas HDM1, HDMI2, DVI1 ou outras opções parecidas. Por outro lado, na conexão VGA, provavelmente, irá aparecer “PC”. Já no computador, um menu surgirá na tela. Daí, é só optar por ajustar automaticamente a resolução.

Quando o ajuste automático acontecer, basta reiniciar o computador. Feito isso, confira a qualidade de imagem e veja o plano de usar a TV como monitor foi uma boa decisão.

O que pode dar errado nessa ideia?

Ter um tamanho de tela maior é um plus quase infalível. No entanto, ao usarmos um monitor comum, normalmente, ficamos bem próximo à tela. Por isso, esses equipamentos são projetados para não oferecer tantos riscos aos olhos, além de apresentarem maior riqueza de detalhes, como dissemos.

No caso da TV, não existe essa preocupação, já que em seu uso comum, ficamos mais distantes do aparelho. Quando o utilizamos como monitor, acabamos ficando muito próximos da tela, o que pode ser prejudicial para a visão.

Ainda com relação ao tamanho, não devemos nos esquecer que, quanto maior a tela, mais difícil será para acomodá-la em ambientes de trabalho, por exemplo. Mover o equipamento pode se tornar um problema. Então, essa, talvez, não seja a melhor opção.

De qualquer maneira, é importante observar todas essas condições e tomando as devidas providências. Você tem tudo para aproveitar ao máximo sua TV/monitor! Curta seus filmes, séries e jogos com muito mais amplitude e emoção!

Como formatar notebook? Aprenda as melhores técnicas

Quem trabalha no computador todos os dias sabe que sua velocidade interfere muito na produtividade. Um PC ágil possibilita mais pesquisas, mais informações e uma ação concluída em minutos, mas é comum nos depararmos com o oposto. Ações lentas, ou páginas que demoram a carregar podem ser um sinal, mas como formatar um notebook?

A lentidão pode ser resultado de algum vírus no sistema, arquivos muito pesados, programas ultrapassados e tantos outros fatores. E muitas vezes esse problema no notebook significa que ele já passou do tempo, mas na maioria dos casos essa é uma situação fácil de ser resolvida com uma simples formatação do sistema.

A formatação de notebooks pode até parecer um “bicho de sete cabeças” quando você não é um expert no assunto, mas ela pode ser bem mais simples do que a maioria das pessoas pensam. Você só precisa seguir algumas indicações e não ignorar nenhuma etapa, pois todas elas são essenciais para o sucesso da operação.

Hoje a equipe ibyte preparou um guia completo para te ajudar a entender a importância da formatação, independente se você usa um macbook, ou se seu sistema operacional é o Windows, é possível formatar em casa de maneira simples. Vem com a gente conferir!

Chegou a hora de descobrir como formatar o computador?

Antes de seguir para o passo a passo é importante entender os sinais que seu notebook está oferecendo. A formatação pode até ser feita de forma prática, mas isso não significa que podemos fazê-la independente da necessidade, é importante esperar a hora certa para eliminar todos os problemas.

O procedimento de formatação deve acontecer em situações críticas, quando todos os sinais indicam um problema maior como uma “infestação” de vírus ou uma pane no sistema, como a famosa “tela azul”

Um erro de sistema irrecuperável, uma falha de hardware e até mesmo uma sequência muito grande de arquivos e programas corrompidos pode ser um importante sinal que chegou a hora de colocar a mão na massa e seguir nossas dicas sobre como formatar seu notebook. 

Você usa o Windows? Aprenda a formatar suas diversas versões!

O sistema operacional Windows se mantém firme no mercado, e oferece para seus usuários ótimas possibilidades de apropriação de suas funções, tanto nas mais básicas, quanto aquelas que mais demonstram o avanço dessa operação. 

 

  • Windows 8, ou o 8.1

 

O primeiro passo para iniciar a formatação nesse sistema é criar um ponto de restauração. Para isso, você só precisa ir até o menu iniciar, digitar “Ponto de Restauração” e clicar no resultado com o nome de “Criar ponto de restauração” e aperta o botão que indica “Criar”. Fácil, não? 

Agora que o ponto de restauração já está feito, vamos iniciar a formatação do sistema de fato. Aqui, você vai arrastar o mouse para lateral direita da tela e clicar em “configurações”, assim que a janela seguinte surgir, escolha a opção “Mudar configurações do computador”. 

Em seguida, é só clicar em “Atualização e recuperação”, algumas opções irão surgir, escolha a que diz respeito a “atualizar seu computador sem afetar arquivos. Pronto, agora você só precisa clicar em “Remover tudo e reinstalar Windows” e a formatação será iniciada.

 

  • Windows 10

 

Quem utiliza a última atualização da Windows tem a vantagem de um processo bem mais simples. O começo permanece o mesmo, abra o menu inicial, clique nas configurações e selecione a opção “Recuperação”. Para selecionar se você prefere manter ou apagar todos os arquivos, selecione a opção referente a sua necessidade em “Introdução”.

Depois desses comandos, o Windows vai exibir todos os aplicativos que serão apagados durante o processo após apertar a opção “Avançar”. Para dar início ao procedimento, clique em “Restaurar” e a formatação terá início. É importante entender que o tempo de restauração é diferente para cada notebook.

Para os amantes de MacOS, a formatação também é simples

Das versões mais atualizadas, até algumas posteriores, o processo de formatação dos notebooks que utilizam o sistema MacOS, como o X 10.7, é basicamente o mesmo. No menu Apple, encontre a opção “Reiniciar”, clique e confirme sua escolha para que o notebook seja desligado.

Assim que ele comece o processo de reiniciar, pressione as teclas “Command + R”, solte-as apenas quando o logo da empresa aparecer no meio da tela. A próxima tela será nomeada como “Utilitários do MacOS”, nela você precisa selecionar a opção “Utilitário de disco”, e depois a opção continuar para escolher o disco rígido do seu Mac.

Para seguir com o processo, é só clicar em “Apagar” e renomear o local com uma opção fácil de lembrar. A seguir, escolha a melhor opção de formatação em “Formato”, mas lembre-se, para reinstalar o sistema MacOS, é preciso escolher entre MacOS Expandido cronológico, para mais agilidade, ou criptografado, para maior segurança.

Para finalizar o processamento, e dar inicio a formatação do seu notebook Mac, clique em “Apagar”. Pronto, agora é só aguardar para que a atualização seja concluída.

A formatação é um processo de atualização e limpeza básica do sistema, muitas vezes só ela não é suficiente e, caso necessário, é importante contratar os serviços de um especialista para uma entender as necessidade e encontrar a melhor solução para o notebook.

Algumas vezes, só os reparos não são suficientes, e realmente precisamos abrir mão de um velho companheiro para uma opção mais atual e moderna. 

Nos vemos no próximo post!