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GigaDSL e novos chips WiFi, a próxima geração de banda larga

Venhamos e convenhamos, velocidade para banda larga nunca é demais. Não importa quanto temos hoje, um pouco mais, ou muito mais, é SEMPRE o ideal.

A Qualcomm divulgou há alguns dias, que está lançando dois novos chips, o primeiro se chama GigaDSL, e permitirá que companhias telefônicas atualizem suas estruturas existentes, que transitam dados por ‘par metálico’ (fios telefônicos) a uma velocidade máxima, teórica, de 350mbps na tecnologia para 1Gbps como diz o novo nome.

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Claro, para isso as operadoras precisam estar dispostas a investir, o que, em um mercado pouco competitivo como o nosso, não é algo muito normal de vermos.

Mas se por um lado o custo de trânsito de dados por meio físico é muito caro, principalmente para a distribuição na chamada ‘última milha’, entre os armários de distribuição e o cliente final, é na tecnologia sem fio que vejo o futuro de uma internet mais rápida e acessível.

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Mas até chegarmos ao ponto que isso seja possível, ainda demora um pouco, mas quando as TVs analógicas forem proscritas, e seus espectros de banda reutilizados, poderemos ver algo neste sentido.

Enquanto isso, vamos nos virando com nossos roteadores residências, que estão cada vez mais populares, ao ponto de que quem mora em apartamentos já começa a a ter eventuais dificuldades com interferências, e baixa velocidade em suas redes sem fios, a Qualcomm apresentou um novo chip com a tecnologia 802.11ac tri-radio, que, combinando dois rádios de 5ghz, e um de 2,4ghz, pode atingir velocidades de até 3Gbps em redes WiFi, e como é capaz de operar em muitos mais canais que o normal, garante sempre o melhor trânsito de dados possíveis, especialmente para dispositivos móveis.

Excelente para quem tem servidor de mídia em casa! 😉

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Dez celulares que fizeram sucesso antes do iPhone

Não importa quanto você desgoste da Apple, ou seja Androidaníaco (como eu), ninguém pode deixar de reconhecer que o iPhone foi um marco na indústria de telefonia celular, que foi por ele redefinida à sua imagem e semelhança, só perdendo para a própria criação da telefonia celular.

Mais que moldar a indústria, o iPhone e seus métodos de uso, tiveram uma influência brutal em nossa sociedade atual. Mas isto é conversa para oura hora.

O fato é que antes do iPhone, existiram aparelhos que foram dignos de nota, mas apesar de estarem apenas há dez, doze anos no passado, até parecem ter cinquenta anos de idade…

Fique com a lista de dez aparelhos que fizeram sucesso antes do iPhone!

Nokia N90 – 2005

O Nokia N90 foi um dos primeiros da série N, que teve seu ápice no 95, a se transformar em objeto de desejo, seu grande atrativo era seu conjunto óptico com uma câmera de 2mp, capaz de filmar em resoluções de 320×254 pixels (para comparar, o Formato HD é de 1280×720 pixels).

Era um tijolinho, todo dobrado, ele tinha 24mm de espessura. A tela e a câmera tinham movimento de rotação, para dar mais suporte para filmagens. Ele era considerado um Smartphone e rodava o Symbian 8.1.
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Sony Ericsson K750 – 2005

O K750 foi o ápice dos aparelhos Sony na primeira geração e celulares com boas câmeras, ele trazia inclusive elementos que se viam em algumas Cybershots, como a tampa deslizante da lente. E o telefone fazia mesmo boas fotos, tanto é que em eventos promocionais, fotógrafos profissionais eram convidados a utilizar o aparelho para fazer fotos, que depois seriam publicadas em revistas.
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Nokia 6300 – 2007

Em seu tempo, o acabamento deste smartphone Symbian era um primor. Todo em aço inox, tinha apensa 11,7mm de espessura, o que o tornava extremamente portátil, para um smartphone.
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Nokia 8910i – 2003

O 8910i trazia um mecanismo de flip bem parecido com o 7710, que ficou famoso ao ser utilizado pela personagem Neo (Keanu Reeves), no filme Matrix, mas era bem mais compacto e tinha um visor colorido. Hoje pode parecer um trambolho, mas no passado, teve seu charme!
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Motorola RAZR V3 – 2004

Este foi o primeiro renascimento da Motorola, que havia perdido o passo e a liderança do mercado, quando chegou a onda da miniaturização. Sim, até a chegada do iPhone, quanto menor o telefone, mais sucesso fazia.

O V3 conseguia ser EXTREMAMENTE compacto, e ao mesmo tempo ter teclas de bom tamanho, seu sucesso pode ser medido pelo fato de que, com 110 milhões de unidades comercializadas, ele ser o quarto telefone mais vendido da história.
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Motorola E398 – 2004

O mercado que vemos hoje, com telefones sendo amplamente utilizados como aparelhos de áudio começou muito timidamente na primeira metade dos anos 2000, o E398 da Motorola tinha foco neste mercado. Ele tinha autofalantes estéreos, era barato, mas tinha um problema seríssimo, caso você ouvisse música, a bateria ia embora ligeirinho…
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Siemens SX1 – 2003

Este foi o primeiro smartphone da Siemens, e seu design, digamos, exótico, também fez dele um objeto de desejo. Lembre-se em 2003 o cenário era BEM diferente do que temos hoje.
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Samsung D500 – 2005

O D500 da Samsung foi um dos primeiros aparelhos da coreana a fazer sucesso de verdade. Entre os acessórios do aparelho, um dos que fazia mais sucesso era o Soundmate, um mini-vivavoz que podia ser utilizado tanto para falar, quanto como caixa externa de som (ele reproduzia MP3).
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Ericsson P910 – 2004

Era um monstro de grande, mas não se assuste, bem antes da chegada dos smartphones existia algo chamado PDA (do inglês, Assistente Pessoal Digital), que era basicamente um computador de mão extremamente limitado, e eles eram grandes. O P910, tinha quase o mesmo tamanho, mas com a vantagem de ser um smartphone, e ter um teclado físico.

Era sonho de consumo de muita gente, inclusive deste que vos escreve.
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Nokia 1100 e 1110

Cada um deles vendeu absurdas 250 milhões de unidades, e são disparados os telefones mais vendidos da história. Lançados respectivamente em 2003 e 2005, eles eram muito semelhantes fisicamente, e, visando principalmente o mercado dos países em desenvolvimento, era muito baratos.

E quase indestrutíveis!
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Por Gilberto Soares Filho,
consultor de TI, programador,
e usuário de celulares,
há muito, muito tempo.

Pebble Smartwatch

Seis gadgets que são belos exemplos da Internet das Coisas

Semana passada, nós fizemos uma breve introdução sobre a Internet das Coisas, e prometemos para esta uma listagem de alguns produtos que já existem e estão disponíveis no mercado, e vocês vão ver como a diversidade é grande. E lembre, o que segue abaixo é apenas uma pequena curadoria de produtos que selecionamos, as possibilidades são ilimitadas.

Nest – Termostato inteligente.

Termostato Nest

Um dos campeões de vendas não faz muito sentido para a maioria de nós, brasileiros, mas em países que se usa calefação ou ar-condicionado central, faz todo sentido do mundo, é o Nest, um termostato inteligente. O que ele faz? Bem, o termostato é utilizado para informar ao condicionador de ar quando resfriar ou aquecer um ambiente, o Nest aprende com o uso, qual a temperatura adequada para cada hora do dia, E, como ele fica conectado ao seu smartphone, sabe quando você está ou não em casa, para ativar o sistema de aquecimento ou resfriamento. Cerca de um milhão de residências usam o Nest, e ele é capaz de poupar de 10% a 12% na conta de luz. A Nest, que foi comprada pelo Google alguns anos atrás, produz também uma câmera de vigilância conectada caseira, a Nest Cam.

Pebble Smartwatch.

Pebble Smartwatch

O Apple Watch, e o LG Urban Watch, para ficar apenas em dois, são muito bacanas, mas foi o Pebble o primeiro grande smartwatch de sucesso. Ele não tem funções avançadas como os smartwatches da Apple e os Androids, mas é capaz de controlar o player de música de seu smartphone, mostrara o número de quem está te ligando e permite também que você atenda ou ignore a ligação, e mostra várias notificações de SMSs à Whatsapp, passando por Facebook e outros aplicativos. Mas a real vantagem dele está no uso de tinta eletrônica, que faz com que sua bateria dure até sete dias. Produzido de forma independente por uma firma que juntou o capital inicial no Kickstarter, ele já vendeu cerca de 1,2 milhões de unidades.

Amazon Fresh Dash.

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Nos EUA, a Amazon tem um serviço chamado ‘Fresh’, que envia para a casa dos clientes produtos que seriam normalmente comprados em supermercados e hortifrútis, o Dash é um gadget que funciona com o serviço, e permite que o cliente simplesmente capture o código de barras de um produto qualquer com um leitor embutido, ou, que o cliente lhe diga o produto que precisa, e eles serão automaticamente adicionados à cesta de compras do serviço. Depois você dá uma olhada nos produtos separados e confirma o pedido, fantástico, não?

Veja o funcionamento.

Hiku.

HIku

O Hiku parece com o Dash, o que muda aqui é que você pode escanear ou ditar o nome de produtos, e o gadget vai enviando tudo para um aplicativo no seu celular, convertendo automaticamente em lista de compras. Por enquanto eles não tem suporte ao idioma português, mas quem sabe algum dia, não?

Phillips Hue.

Outro grande sucesso nesta linha é a Phillips Hue, uma lâmpada de led conectada que pode ter seu tom controlado por telefone celular. O ideia é que você possa combinar o tom da lâmpada com seu humor do momento, e você pode até mesmo criar uma discoteca em casa, usando o aplicativo para modifica o tom das luzes de acordo com a música ambiente (veja o vídeo abaixo).

Mimo Baby,o monitor de bebês.

Mimo Baby
Quem é pai ou mãe sabe que a coisa mais importante do mundo são os filhos. O Mimo Baby é o sensor mais avançado do mundo para crianças de zero a doze meses. Ele monitora desde a respiração de seu bebê, até a sua temperatura, passando pela posição em que o bebê está dormindo. O funcionamento é baseado em um gadget que é por roupinhas especiais, cheias de sensores, que enviam tudo para a nuvem da empresa, que retransmite para um aplicativo no smartphone do pai ou da mãe.

BLACK FRIDAY

Black Friday – como tudo começou

Por que não usar o dia que todo mundo ‘enforca’ para vender muito?

BLACK FRIDAY

Foi com esta pergunta que começou, nos EUA, a ‘Black Friday‘. Explico. É muito comum que os jovens daquele país saiam da casa dos pais para cursar universidade em outras cidades, ou até mesmo estados, o que termina por fazer com que muitas pessoas sigam carreiras longe de sua cidade de origem. E é o feriado móvel do Dia de Ação de Graças, que acontece na quarta quinta-feira do mês de novembro, que muitos deles escolhem para visitar as famílias, e aproveitavam para ‘enforcar’ a sexta-feira.

É também nesta sexta-feira que várias cidades dos EUA fazem suas primeiras ‘paradas de Natal’, com carros alegóricos nas ruas, dando início ao período das compras de natal.

Existem várias origens para o termo ‘Black Friday’, mas o que me parece mais sensato é o que conta que a Polícia da Filadélfia chamava assim o dia, por conta do aumento brutal no tráfego de carros nas zonas comerciais, justamente com o pessoal que aproveitava o dia enforcado para fazer compras, que deixava o trânsito completamente travado.

Os comerciantes adoravam, claro, e não demorou muito tempo para eles começarem a potencializar sua capacidade de vendas no dia, com grandes promoções. Em meados da década de 1970, todos os EUA já utilizavam o termo ‘Black Friday’ para indicar a prática.

Com o passar dos anos, a ‘Black Friday’ tomou uma proporção tal, que no final dos anos 1990, os varejistas começaram a abrir as lojas à meia noite de sexta, com descontos espetaculares, e fila enormes em suas portas. A coisa tomou tal proporção, que no meio da década de 2000 surgiu a ‘Cyber Monday’, que acontece em varejistas online, na segunda-feira após a Black Friday, e visa atender clientes que não puderam ir às compras no feriado, e procuram por ofertas depois do final de semana, hoje, alguns varejistas já a transformaram em ‘Cyber Week’.

Não é à toa que estes eventos geram grande movimento, e bons negócios para os consumidores. Aqui mesmo, na iByte, estamos realizando neste mês de julho, uma grande promoção, a Liquibyte.

Visite o hotsite, ou venha nos fazer uma visita 😉

Máscara permite recarregar seu iPhone com a sua respiração

 

 

Já imaginou você poder carregar seu iPhone apenas com a sua respiração? Ia ser simplesmente incrível, não é?

O designer brasileiro João Paulo Lammoglia criou um protótipo de carregador de baterias para iPhone que usa apenas a sua respiração como fonte de energia. O projeto foi denominado de AIRE.

O conceito do equipamento é bem simples, você coloca uma máscara no rosto e a força da sua respiração faz com que pequenas hélices se movimentem,  fazendo com que aja uma produção de energia eólica que vai direto para o seu iPhone.

 

 

"A AIRE pode ser usada em qualquer situação, ao ar livre ou em lugares fechados. Você pode estar dormindo, correndo ou lendo um livro, por exemplo. Além de economizar energia (e contribuir para a preservação ambiental), também estimula a prática de exercícios físicos”, afirma João Paulo.

Com a máscara AIRE, o designer brasileiro ganhou o Prêmio RedDot Design: Best of the Best 2011 e segundo fontes da imprensa já existem empresários com a intenção de patrocinar o projeto.

 

O uso de fones de ouvido aumenta o risco de acidentes graves, diz pesquisa

 

O número de acidentes graves com pedestres aumentou 300% nos últimos anos, indica um estudo feito por americanos que foi publicado na revista Injury Prevention, do grupo British Medical Journals.

A primeira parte da pesquisa foi feita durante os anos de 2004 a 2005. Já a segunda aconteceu durante os anos de 2010 a 2011. Os dados mostram um alarmante crescimento nos acidentes durante a segunda fase da pesquisa. Os pesquisadores indicam que a popularização de aparelhos como MP4, Smartphones, Ipods e etc. agravam o número de casos de acidentes com pedestres.

A maior parte das vítimas é composta de adolescentes e jovens adultos de 16 á 29 anos de idade e a maioria das ocorrências foram registradas em zonas urbanas.

Ao todo, foram 116 casos estudados com 81 mortes, o que equivale a 70% do total. Dos acidentados 55% foram atingidos por trens, sendo que 68% deles eram do sexo masculino e 67% tinham menos de 30 anos de idade. Foi relatado que em cerca de 29% dos casos houve algum tipo de menção de buzinas ou sirenes de alarmes acionadas antes da vítima ser atingida.

Testemunhas disseram que na grande maioria dos casos os pedestres usavam fones de ouvido na hora do acidente.

Os pesquisadores indicam que a distração causada pela música e a dificuldade de ouvir estímulos externos são os principais motivos dos acidentes. Segundo os pesquisadores o ato de ouvir música também reduz momentaneamente as fontes cerebrais, responsáveis por captar os estímulos externos e visuais.

O estudo deixa claro o que muitos já suspeitavam, que é perigoso andar próximo de vias urbanas usando fones de ouvido, afinal todo cuidado é pouco.