Moto G4 (2)

Moto G4, chegou a quarta geração da linha G, da Motorola!

Durante muito tempo, o ecossistema Android tinha um ‘vão’ muito chato, você só tinha aparelhos de ponta de linha e caros, ou aparelhos muito voltados para o público de entrada, que eram baratos, mas pecavam em suas especificações.

Moto G4 (1)

Quando o Moto G chegou ao mercado, no final de 2013, este espaço foi preenchido de maneira extremamente eficiente, com um aparelho que, custando apenas um pouco mais que os de entrada, mais básicos, entregava uma experiência de uso excelente.

Agora o aparelho chegou à sua quarta geração, em duas versões, o Play, que tem configurações bem próximas ao seu irmão de 3ª geração, mas 2mm mais fino, e com um slot SD com capacidade quatro vezes maior, suportando agora 128Gb de memória auxiliar (ele tem também 2Gb de RAM e memória interna de 16Gb).

Moto G4 (2)

Fora isso, ele permanece com a tela HD de 5”, e conta com uma câmera traseira de 8MP capaz de filmar em Full-HD (1920×1080), e uma câmera dianteira de 5Mp para seus selfies continuarem bacanas. O processador, de 64bits, consegue operar com baixo consumo de energia, mas mesmo mais fino, o G4 teve a capacidade de bateria aumentada em quase 15% indo para 2800mHa (e venhamos e convenhamos, em tempos de Pokémon Go, isso é MUITO importante 😉 ).

Mas a Motorola foi um pouco mais além e lançou também a versão G4 Plus, que está no topo superior dos intermediários, e não é injusto dizer que ele chega a concorrer com os aparelhos da categoria imediatamente superior. Este aparelho já vem com uma tela Full-HD, de 5,5 polegadas e um processador de oito núcleos, que seria capaz de bater, com folga a primeira versão, e brigaria bonito com a segunda versão da linha Moto X.

Moto G4 (1)

O Moto G4 Plus tem opções de 16, 32 e 64Gb de armazenamento interno, e também slot para cartões de até 128Gb. O corpo é um pouco maior que o do Moto G4 Play, até mesmo porque a tela é maior, mas ele consegue ser ligeiramente mais fino!

Enfim, a linha G da Motorola vem evoluindo ano a ano de forma constante, e como ela já começou em um patamar ‘só seu’, segue como uma das melhores opções de aparelhos intermediários do mercado!

Moto G4 (3)

O Motorola DynaTAC 8000X custava US$3.995 em 1984

Lenovo e o futuro da marca Motorola

Quando a Google Inc. comprou a Motorola Mobility 2012, o motivo real da compra não foi o de fabricar seus próprios smartphones, mas, principalmente, absorver as mais de 19 mil patentes da tradicional empresa, a primeira a lançar, nos agora longínquos anos 1980, o telefone celular, e poder armar-se para defender o ecossistema do sistema operacional Android na Guerra de Patentes, que estava quentíssima à época.

O Motorola DynaTAC 8000X custava US$3.995 em 1984, quando foi lançado

O Motorola DynaTAC 8000X custava US$3.995 em 1984, quando foi lançado

Mas já que havia comprado a empresa, porque não fazer algo bacana com ela, não é mesmo? Foi daí que surgiu o Moto X, um telefone que equilibrou novidades, como a ativação por voz, com a simplicidade de não ter mil camadas de programas inúteis agregados ao sistema operacional. Depois vieram dos Moto E e G, sucessos de venda no mercado de entrada.

Mesmo com o sucesso da linha ‘Moto’, não chegou a ser surpreendente, a venda da Motorola Mobility para a Lenovo. Se por um lado, além de ser de bom tom manter-se ‘agnóstica’ quanto a fabricantes de smartphones Android, o DNA da Google Inc. é serviço, não produtos físicos, do outro a Lenovo repetiu o movimento feito 2005 quando adquiriu a divisão de notebooks da IBM – em 2014 a Lenovo também comprou a divisão de servidores Intel da IBM (System X e BladeCenter).

Uma pergunta que sempre ficou no ar, foi “e agora, como fica a linha Moto”. Em agosto de 2015, a pergunta começou a ser respondida. Repetindo o movimento que a Disney fez com a compra da Pixar, quando trouxe a nova empresa para dentro de si para refundar sua divisão de animação, a Lenovo fez com que a equipe da Motorola Mobility assumisse, nas palavras desta última “um papel mais central no desenvolvimento de smartphones da Lenovo”.

No final de 2015, a Lenovo anunciou um novo smartphone, o Vibe, a agora no comecinho de 2016, informou que unirá tudo sob a marca Lenovo, mantendo duas linhas independentes de aparelhos, a supracitada Vibe, dedicada a aparelhos de entrada e meio, e a linha Moto, marca que terminou ganhando muito renome, e não deixa de ser um sinônimo de Motorola, com os aparelhos de ponta.

Lenovo Vibe A7010

Desde 2013 a Lenovo é a maior vendedora de PCs do mundo, hoje detém 19,8% do mercado, em outubro de 2015 apareceu pela primeira vez na lista das 100 marcas mais valiosas da Interbrand. Agora ela pode não apenas centrar seu poder de fogo em uma só marca, como será uma das poucas ‘verticalizadas’, que atinge de modo significativo todo o mercado de computação pessoal (PCs, tablets e smartphones).

Recentemente falamos aqui neste blog, sobre o Yoga, um belíssimo notebook da marca, e o Vibe, smartphone que citei acima, está já está disponível nas lojas da Ibyte.

Carregador (proprietário), e leitor de impressão digital, que fica na parte interior do telefone

De amortecedores a aparelho lavável, o que vem por aí nos smartphones

Final de ano cheio de novidades no mundo dos telefones celulares, algumas bem inusitadas, como o Kyocera Digno. É bem possível que você já tenha ouvido falar que existe uma quantidade considerável de germes em todo telefone celular, apesar da maioria das pessoas simplesmente ignorar e esquecerem este fato, quem em germofobia não consegue deixar isso para lá tão facilmente. Foi pensando neles que a empresa, que já vem lançando toughphones – telefones feitos para uso em ambiente hostil –, há algum tempo, criou um telefone com uma camada protetora que permite que ele seja lavado com água e sabão!

Aliás, os toughphones são excelentes para quem é um tanto quanto desastrado. Veja o exemplo do Turing, um telefone tão resistente que além de ser mergulhado em água, e funcionar com perfeição, resiste até mesmo ao choque contra paredes. Ok, ele sai arranhado, mas nem trinca a tela!

Mas o Turing vai além da resistência física, ele também tem várias modificações que visam aumentar a segurança. Por exemplo, eles não tem porta física de comunicação, o carregador tem um conector proprietário, que faz apenas isso, carregar. Nem mesmo o slot de 3,5mm para fone de ouvido ele tem. O motivo é simples, portas que permitam transferência de dados facilitam a invasão ‘física’ do telefone. Ahhh, ele usa autenticação de fator duplo, você precisa usar sua digital – o leitor fica na lateral do telefone –, e uma senha para conseguir logar. Ele funciona com Android, e deverá ser vendido a partir do final do primeiro trimestre de 2016.

Carregador (proprietário), e leitor de impressão digital, que fica na parte interior do telefone

Carregador (proprietário), e leitor de impressão digital, que fica na parte interior do Turing

Por falar em Android, Andy Rubin, um dos ‘pais’ do sistema operacional, deverá em breve lançar sua própria marca de smartphones. Bem, ideias não lhe faltam, em entrevista recente ele disse: “Tecnologia móveis não irão embora… Existe um momento no tempo – não serão nos próximos 10 ou 20 anos – em que algum tipo de Inteligência Artificial, na falta de um termo melhor, será a próxima plataforma computacional”. A conferir.

Claro, a Apple não pode ficar de fora quando o assunto são smartphones, afinal, a César, o que é de César, o iPhone redefiniu o mercado quando foi lançado. Bem, a turma de Cupertino apareceu com uma ideia meio estrambólica para resolver o problema de resistência de aparelhos. Não, neste caso, não é o emprego de materiais mais resistentes, a ideia seria a de instalar ‘amortecedores’ que seriam acionados quando fosse detectada pelo aparelho, a aceleração de uma queda. Veja a ilustração da patente abaixo!

Na patente, é dito que o sensor de aceleração do aparelho avaliaria o tempo e velocidade da queda, acionando os amortecedores, caso o limite (tempo ou velocidade) sejam excedidos. Imagem: Cult of Mac

Na patente, é dito que o sensor de aceleração do aparelho avaliaria o tempo e velocidade da queda, acionando os amortecedores, caso o limite (tempo ou velocidade) sejam excedidos. Imagem: Cult of Mac

Na Ibyte, no final de janeiro deverá chegar o novo LeNovo Vibe. Para quem não sabe, a LeNovo é a atual dona da Motorola, e responsável pelas excelentes linhas Moto E, G e X.

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Moto G chega a sua terceira geração!

E a terceira geração da linha ‘Moto’ da Motorola vai muito bem obrigado.

Seguindo as linhas traçadas enquanto ainda era uma empresa pertencente ao Google, a LeNovo foi muito feliz em continuar a deixar a experiência com o sistema operacional Android o mais próximo da versão ‘pura’ possível, com interferências mínimas e pontuais, que se traduzem em melhor fluência e maior fluidez na operação do aparelho.

A linha Moto ainda é responsável por outra coisa, um realinhamento no preço dos celulares Androides, ela foi a primeira a oferecer aparelhos intermediários com configurações decentes com preços inferiores à marca do hum mil reais (antes do Moto G, os aparelhos intermediários giravam em torno de hum mil e duzentos reais).

Mas falemos do Moto G.

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Quase do mesmo tamanho de seu irmão de segunda geração, o novo Moto G continua com tela de 5 polegadas e resolução de 720×1280 (HD), ele está, entretanto, ligeiramente maior e mais pesado, pouca coisa 1mm na largura e comprimento, 0,5mm na espessura, mas este ‘crescimento’ é plenamente justificável, além dele ter ganho 20% em capacidade de bateria, o novo Moto G também passa a contar com a tecnologia 4G que lhe permite velocidades de até 42mbps (a depender da operadora, e sinal).

Outra novidade é que o Moto G de terceira geração tem a certificação IPX7, que quer dizer que, mesmo que ele fique submerso numa profundidade de até um metro d’água por até 30 minutos, seu funcionamento não será prejudicado. Claro, isso não te permitirá mergulhar com o aparelho, mas certamente fará uma grande diferença no caso de pequenos acidentes, como sua queda em poças d’água, ou até mesmo a sobrevivência à um copo virado na mesa.

Mas não fica por aí! Agora, ele filma em Full HD com velocidade 30fps, e ambas as câmeras melhoraram, a traseira passou de 8MP para 13MP, e a dianteira veio de 2MP para 5MP, o que garantirá seus selfies ;). Se na segunda geração todo Moto G só era oferecido com 8Gb de espaço interno, agora ele volta a ter novamente versão de 16Gb, que vem com 2Gb de RAM, o dobro do que vem na versão de 8Gb.

Ahhhh, e para quem gosta de cores, ele pode ser encontrado em várias cores, como você pode ver aqui no post, e inclusive com a possibilidade de se trocar a capinha traseira, o que amplia ainda mais as possibilidades.

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