Dicas para fotografar com o smartphone

Um trilhão é um número tão grande que fica esquisito representá-lo em algarismos: 1.000.000.000.000.

Foi esta a quantidade de fotos feitas apenas em 2015.

Para ter ideia do absurdo que este número representa, a estimativa é que em toda história da fotografia, a humanidade tenha feito 6,3 trilhões de fotos, ou seja, apenas este ano, fizemos quase 1/6 de todas as fotos feitas desde 1826, ano em que foi Joseph Necéphore Niépce fez a primeira fotografia.

'Vista da Janela em Le Gras', a primeira fotografia feita na história, em 1826

‘Vista da Janela em Le Gras’, a primeira fotografia feita na história, em 1826

Este crescimento vertiginoso começou com as primeiras máquinas fotográficas portáteis, no final dos anos 90, mas foi consagrado mesmo pela integração da tecnologia aos telefones celulares. Aliás, foram eles os responsáveis por 78% das fotos feitas este ano!

Pensando nisso, ficam aqui algumas dicas para fazer fotos melhores com smartphones.

1. Luz é essencial, mas nunca em direção ao smartphone.

Com a luz ao fundo, tudo que estiver próximo ao smartphone ficará escuro

Como falamos aqui, fotografia nada mais é que a captura de luz, e, quanto melhor iluminado estiver o ‘alvo’ de sua foto, melhor. Como o diâmetro das lentes de smartphones são necessariamente reduzidos, a quantidade de luz que entra por eles, é limitada. Então quanto mais luz, melhor. Só é preciso atentar-se ao fato de que a luz tem que estar em frente ao que você quer fotografar, não atrás (a não ser que você queria fotografar sombras). O flash embutido, deve ser usado apenas quando não houver opção.

2. Para fotografar de perto.

Se o diâmetro da lente do smartphone é desfavorável sem situações de pouca luz, a baixa distância entre a lente e o sensor torna o aparelho ótimo para capturar a profundidade de objetos ao se fazer fotografias de perto, o chamado de ‘macro’ (aliás, quem tem problemas de visão, pode baixar aplicativos de lente de aumento, que podem vir a ser de extrema utilidade).

3. Recorte a foto, não utilize zoom.

Recortando a foto (crop), você passa a ter mais opções de enquadramento, e melhor qualidade.

Recortando a foto (crop), você passa a ter mais opções de enquadramento, e melhor qualidade.

O zoom digital, na realidade não é um zoom, mas uma ampliação da imagem capturada. Por mais que o sistema se esforce para corrigir os ruídos que surgirão na foto, é uma má ideia utilizá-lo. O ideal é você fazer uma foto na resolução máxima, e depois ‘recortar’ a foto 😉 Se mesmo depois do corte a imagem ficar pequena, você pode ampliá-la digitalmente no computador.

4. Analise as fotos que você fez!

Na galeria de fotos, você encontrará a opção de ver detalhe das fotos no menu

Na galeria de fotos, você encontrará a opção de ver detalhe das fotos no menu

Veja as fotos que você fez utilizando os recursos automáticos do seu aparelho, escolha fotos feitas em situações semelhantes, e veja quais ficaram melhores. Em seguida, analise os detalhes da foto, em busca principalmente do ISO. Nem sempre as configurações automáticas são as melhores, depois que você aprender a mexer com estas configurações finas, através de muita tentativa e erro, suas fotos ficarão MUITO melhores.

5. Regra dos terços.

Esta não serve apenas para smarphones, para qualquer tipo de fotografia. Muitos smartphones permitem que você sobreponha na tela, um conjunto de quatro linhas – duas horizontais e duas verticais –, que dividem a tela em nove partes. Este guia, é apenas um dos vários, que dão dicas de como usar a regra dos terços, e tornar suas fotos mais interessantes com ela!

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Presentear com tecnologia é bacana, e não é caro!

Final de ano chegando, e o Natal já está logo aqui na esquina. Este ano está, digamos, um pouco complicado, mas ao mesmo tempo não queremos deixar de presentear as pessoas de quem gostamos, ou participar das brincadeiras de amigo secreto.

Mas não esqueçamos que o valor, metafórico, do que presenteamos, está muito mais no ato da lembrança que tivemos com aquela pessoa, que propriamente no valor literal do que presenteamos. Até por isso, não raro, nomeamos de lembranças de natal, os presentes que damos.

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Esta é a ideia deste post, lhe apresenta uma seleção de lembranças de natal que não pesarão tanto no seu orçamento, e ao mesmo tempo, serão uteis aqueles que as ganharem.

Vamos lá?

Fones de ouvido Goldentec

Todo mundo gosta de música, pode até ser que seja de uma música diferente da sua, mas gosta, fones de ouvido são sempre uma ótima opção, e os preços são beeeeem agradáveis.

Caixas de som portáteis Goldentec

Ainda na seara da música, é inegável que a maioria de nós tem uma boa coleção, ou um bom app de streaming de músicas no smartphone. Caixas portáteis são ótimas para acompanha-los em casa 😉

Cartões de memória e Pen Drives

E onde se coloca toda esta música? Um muitos smartphones acomodam cartões MicroSD, que servem também para guardar fotos e filmes, e se seu amigo(a) quiser levar uma boa discoteca para escutar no computador do escritório, um bom pendrive é de grande utilidade. Ahhhh, por falar nisso, já existem alguns pendrives, que se funcionam com smartphones (mas é preciso saber se o aparelho é compatível, hein?).

Baterias portáteis

Acho que um dos maiores problemas decorrentes da dependência que passamos a ter de nossos aparelhos móveis, é ‘dar low bat’, na pior hora possível! A alegria de ter uma bateria externa à mão é única, vai por mim!

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Dê um pulinho no Guia de Presentes Ibyte, e encontre várias outras opções 😉

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Como definir uma boa estratégia de backups

Só que já perdeu anos de fotos de família, ou dados importantíssimos é capaz de avaliar a importância de ter uma boa estratégia de backups, e acredite, o custo envolvido é muito menor que a dor de cabeça de precisar recuperar tudo que se perdeu.

Na realidade fazer backups não é simplesmente copiar arquivos, é algo que vai além, e envolve o desenvolvimento de uma estratégia que envolve software e hardware, e no caso daqueles que usam o micro como instrumento de trabalho, a contratação de um serviço externo, nas nuvens.

Não falarei de backups em Linux (que podem facilmente ser feitos com o uso do comando rsync), nem de OS X, para o qual o ideal é o uso do Time Machine, vendido pela própria Apple, mas algumas das sugestões que apresento, podem ser utilizadas por estes sistemas operacionais por terem versões disponíveis para múltiplos sistemas.

backups

Você pode considerar três níveis básicos de complexidade, e custo:

1. Backup ou sincronização em HD externo (USB) – é o mínimo aceitável. Por estar em um HD externo, você livra-se do risco de que alguma falha catastrófica no seu computador, como um pico de corrente, queime todos os HDs internos.

2. Sincronização em tempo real com HD interno – a principal função deste é a de manter cópias sempre atualizadas de seus arquivos, no caso de HDs internos, pela velocidade de transferência, o ideal é o uso de sincronização.

3. Backup para o serviço externo (nuvem) – Existem inúmeros serviços que se propõe a fazê-lo, como o custo é maior, envolve o pagamento de tarifas mensais ou anuais, geralmente em dólares.

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O básico do básico: um HD USB.

Se você só pode escolher UMA forma de proteger seus dados, opte por um HD USB externo. Mas atenção, se você tem alguma dúvida quanto à segurança do próprio disco, sugiro que, depois de efetuado o backup o guarde em local seguro, para evitar o que aconteceu com o cineasta Francis Ford Copolla, que teve sua casa na Argentina assaltada, e o ladrão levou o notebook E o HD em que ele guardava 15 anos de backups de seus trabalhos…

Para usar como backup, o ideal é que o disco tenha sido construído para tal uso, e isso só será encontrado em HDs USBs, eles custarão um pouco mais que comprar um HD ‘normal’ e colocar em um adaptador USB, mas terão uma vida mais longa, coisa importantíssima, quando falamos em backups.

É importante também que você criptografe o HD USB para garantir a segurança dos dados, no Windows você pode fazê-lo utilizando o BitLocker, procure por “Criptografia de Unidade de Disco BitLocker” no painel de controles.

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Os softwares necessários.

Você têm várias opções, entre gratuitas e pagas:

Nos Windows 8 e 10, você tem o “Histórico de Arquivos” (no Painel de Controle), ele permite que você escolha um HD externo ou interno, e faça sincronização, com histórico de versões, de seus arquivos. O “Histórico de Arquivos” mantém sincronizado com o HD externo ou interno, tudo que estiver nas ‘bibliotecas’ do Windows, então você precisa adicionar as pastas às bibliotecas para que elas possam ficar seguras, ele é bom por ser automático, mas o uso não é dos mais amigáveis.

A Microsoft tem, entretanto, um programa gratuito chamado SyncToy, que tem uma operação mais fácil, tudo que você precisa fazer é adicionar a pasta de origem e destino, e mandar ele sincronizar. Neste vídeo, você pode ver o arquivo sendo operado. O download pode ser feito aqui (ele é compatível inclusive com o Windows 10). O ruim dele é que para automatizá-lo, você precisa aprender a utilizar o “agendador de tarefas do Windows”.

O programa que eu uso é o GoodSync, ele tem controle interno de sincronização e já vem com previsão para sincronizar arquivos com dezenas de serviços ‘nas nuvens’, mas sua melhor função é a detecção de alteração de arquivos, que faz com que a sincronização seja até mesmo em tempo real. A configuração que uso, varre alguns diretórios de trabalho a cada 5 minutos em busca de modificações para fazer um backup interno, e diariamente faz um backup geral no HD USB.

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Usando “a nuvem”

Quando eu falo backup nas nuvens, não me refiro a serviços como OneDrive, Google Drive ou Dropbox, estes serviços, apesar de excelente, não tem a função principal de servirem como backup, mas sim de sincronizar pastas entre micros diferente, o que é por si muito útil.

Obviamente você pode utilizá-los como backup, simplesmente copiando para dentro deles, os arquivos que você quer proteger utilizando um dos programas que citei acima, mas dependendo do volume que você deseja proteger, podem não ser a melhor opção, existem serviços bem mais transparentes, que são mais completos, mas pagos e indicados principalmente para profissionais.
Veja algumas opções:

  • Crash Plan – espaço ilimitado, backup de um computador, preço: US$59,90 (eu o utilizo atualmente, mas devo migrar para o iDrive assim que minha assinatura vencer).
  • BlackBlaze – também tem espaço ilimitado e também limita o uso a um computador, preço: US$50,00 por ano (nunca utilizei, mas me foi muito bem recomendado).
  • iDrive – um dos mais bem reputados, ele inverte a lógica dos anteriores limitando o espaço a 1Tb (o que é bastante, acredite), mas permitindo que você faça backup de tantos computadores quanto queira, E de aparelhos como smartphones e tablets, preço: US$59,50.

Por Gilberto Soares Filho,
consultor de TI, programador,
e aficionado por bakcups.