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10 jogos que podem fazer cair aquela “lagriminha”

Coisa de menina? nada, existem alguns jogos que podem fazer você chorar de verdade!  não acredita? então leia:

Mesmo que você goste de jogos estritamente por suas partes mecânicas e interativas, fato é que esse meio há tempos deixou de oferecer somente isso. Seja usando técnicas cinematográficas, truques de roteiro ou elementos de jogabilidade, muitos games conseguem transmitir experiências que divertem, assustam e, muitas vezes, nos emocionam.

Dessa forma, não é estranho pensar que há títulos — atuais ou um pouco mais antigos — que conseguem despertar lágrimas em seus jogadores. E, mesmo que você não chegue a realmente fazer isso, há momentos que são bastante efetivos em nos deixar um pouco cabisbaixos, chocados ou simplesmente tristes pelo que acabamos de presenciar.

Neste artigo, apresentamos alguns dos jogos que mais mexeram com nossas emoções durante nosso tempo junto aos video games. Esteja alerta de que, em certos casos, devemos recorrer aos spoilers. Portanto, recomendamos não progredir na leitura de algumas das opções selecionadas caso não queira ter pequenas surpresas estragadas.

The Walking Dead

O game que estabeleceu de vez a Telltale como uma referência para o mundo dos adventures tem até hoje uma das histórias mais emocionantes de um jogo. Durante todos os capítulos, no papel de Lee, tomamos a responsabilidade de cuidar de Clementine e ensiná-la a sobreviver em um mundo dominado por mortos-vivos.

É justamente por isso que a morte do herói nos toca tanto. Não bastasse o fato de que acabamos de perder o protagonista que nos acompanhou até então, ainda somos brindados por um pequeno flashback que nos mostra o passado da relação entre ele e a garota. Toda essa combinação é bastante devastadora e pode trazer lágrimas até ao mais duro dos corações.

Gears of War 2

À primeira vista, a série Gears of War parece contar a história de um grupo de homens brutos que usa porradas e tiros para resolver seus problemas. Embora isso não esteja totalmente incorreto, a franquia também tem seus momentos mais humanos e frágeis — o maior exemplo disso é Dominic Santiago.

Durante muito tempo, o companheiro de Marcus Fenix fica à procura de sua esposa desaparecida durante o Dia da Emergência. Quando ela finalmente é encontrada, a verdade se mostra aterradora: embora ainda viva em certo sentido, ela teve sua força vital totalmente drenada e está longe de ser a pessoa que Santiago conhecia. Não bastasse essa cena extremamente triste, Dom também ganha os méritos de ser responsável por um dos momentos mais tocantes da sequência Gears of War 3.

Metal Gear Solid 3: Snake Eater

Entre bizarrices, batalhas marcantes e muitos menus para você se manter alimentado, Metal Gear Solid 3 é um game conhecido por saber desenvolver bem a relação entre Snake (Jack) e sua mentora Boss. As consequências desse relacionamento que mistura amor, respeito e incompreensão são sentidas durante todos os demais capítulos da franquia e são essenciais para moldar o mundo imaginado por Hideo Kojima.

E é através da jogabilidade que o diretor conseguiu criar um dos “pontos finais” mais emocionantes da história dos games. Mesmo após saber da verdade por trás dos atos de Boss, o jogador ainda é obrigado a matá-la para que sua missão seja cumprida e uma guerra de grandes proporções seja evitada — e cabe a você apertar o gatilho que vai acabar de vez com a vida da personagem.

To The Moon

Provando que não é preciso ter grandes orçamentos ou uma engine complexa para contar uma história comovente, To The Moon é um jogo sobre sonhos que podem se tornar realidade. Cabe ao jogador ajudar um homem próximo da morte a realizar sua vontade de visitar a Lua, nem que, para isso, seja preciso alterar suas memórias de infância.

Durante a história, você descobre os motivos para o homem ter abandonado seu sonho, mas continua fazendo de tudo para fazê-lo acreditar que essa conquista aconteceu. Como se a história já não fosse suficientemente triste, a trilha sonora em piano de Kan Gao ajuda a tornar tudo ainda mais tocante.

Red Dead Redemption

Considerado por muitos como a obra-prima da Rockstar Games, Red Dead Redemption comove por nos fazer passar dezenas de horas com um protagonista só para dar a ele uma morte trágica. E o pior de tudo: embora consigamos ver esse destino cruel se aproximando, não há nada que possamos fazer para evitar que ele ocorra.

O momento de tristeza só é compensado pelo fato de que, fazendo justiça ao título do jogo, logo temos a oportunidade de conquistar nossa vingança. No entanto, nem isso é suficiente para tirar da boca o gosto agridoce que a morte de John Marston nos deixa, especialmente após termos acompanhado toda a sua saga para se redimir dos crimes do passado.

Journey

Na teoria, Journey é um game que teria tudo para ser odiado: além de durar pouco, a aventura é fácil e não tem sequer um diálogo. No entanto, essas características se tornam algumas das principais qualidades do título da That Game Company, especialmente por ele saber respeitar o dito de que “o que vale não é o destino, mas sim o caminho até lá”.

O game se torna especialmente emocionante caso você esteja jogando online e se depare com outros aventureiros em suas peregrinações, fazendo com que o jogador se importe com pessoas cujas identidades permanecem desconhecidas na maior parte do tempo. Somente com seus cenários e sua linguagem visual, Journey consegue ser uma experiência que deveria ser experimentada por todo jogador.

Brothers: A Tale of Two Sons

Brothers é a história de um jovem adolescente que, junto a seu irmão, embarca em uma aventura para encontrar uma cura para seu pai, que sofre de uma grave doença. Controlando cada irmão com um direcional analógico, o jogador é guiado por uma trama que trata de temas como perda, aceitação e crescimento.

O game também aborda questões envolvendo relacionamentos familiares e traumas do passado de modo bastante tocante. Para completar, ele sabe subverter suas mecânicas de forma a criar um dos momentos finais mais impactantes e tristes da história dos jogos eletrônicos.

Life is Strange

Embora use as viagens no tempo como principal mecânica, Life is Strange tem como principal qualidade o desenvolvimento de seus personagens. Os momentos marcantes se espalham pela trama, indo desde o momento em que você pode desligar os aparelhos que mantêm uma personagem viva até a escolha final capaz de mudar toda a realidade.

Durante os cinco capítulos da trama, também temos que lidar com temas como abuso, violência e, talvez o mais difícil de todos, a aceitação de nossos erros e nossas decisões. Poucos jogos oferecem uma sensação de ligação tão forte entre os jogadores e os personagens em tela ao mesmo tempo que mostram que suas decisões realmente têm peso.

The Last of Us

Vamos ser sinceros: Joel passa a maior parte de The Last of Us agindo como um psicopata detestável. No entanto, algumas cenas do jogo — incluindo a morte trágica de sua filha logo no começo da aventura — nos ajudam a entender os motivos pelos quais ele desistiu completamente da humanidade.

A experiência criada pela Naughty Dog pode ter alguns excessos do ponto de vista de mecânica, mas é muito bem-sucedida em criar uma narrativa que envolve e comove os jogadores. Você pode não chegar a derramar algumas lágrimas, mas é difícil não encontrar quem não tenha se emocionado um pouco com essa jornada trágica.

Extra: Metal Slug

Nas palavras de nosso querido Guilherme “Sarda” Galbes:

“Metal Slug é um jogo brutal, violento e sem amarras. Você é jogado no meio da guerra e precisa avançar com sua HEAVY MACHINE GUN para destruir tudo que vê pela frente. Você assassina milhares de soldados sem se preocupar com suas famílias que ficarão sem pai.

Aí, ao fim do jogo, um soldado inocente arremessa um aviãozinho de papel que viaja por todas as telas que o jogador passou, só que, dessa vez, os mesmos soldados agora estão secando suas roupas e curtindo suas vidas, mostrando que tudo que aconteceu não passara de uma alegoria que tem como única mensagem o combate à violência e o distanciamento das guerras.

Antes de inserir seu nome naquele gabinete enorme da MVS NEO GEO, ainda aparecem os dizeres: PEACE FOREVER. É de estremecer o coração do cidadão contemporâneo”.

Passe na iByte.com.br  tudo para quem é Gamer de verdade 

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Como assistir às Olimpíadas SEM uma televisão!

Não é fácil falar das Olimpíadas do Rio, e deixar de fora as polêmicas que a cercaram por muito tempo, mas o fato é que elas estão acontecendo, e ser um sucesso não é bom apenas para o Rio, mas para o Brasil, como um todo.

Veja, temos tantas belezas naturais, tanta coisa bacana para os turistas verem, mas por incrível que pareça, o Brasil recebe menos turistas estrangeiros por ano, que a Torre Eiffel, ou, menos turistas que a cidade de Barcelona recebe em um mês.

Se fizermos bonitos, todos temos a ganhar.

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Mas nem todos podem ficar em frente a uma TV o tempo todo, até mesmo porque enquanto os esportes acontecem, a vida continua, mas mesmo assim, ainda é possível acompanhar o desenrolar dos jogos pela internet.

Seguem algumas dicas para assistir aos jogos SEM televisão.

Aplicativo do SporTV

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Esta é de longe a melhor forma, disponível para iOS e Android, ele tem os 16 canais que a emissora disponibilizou em cabo, E mais alguns que são transmitidos com som ambiente, ou seja, sem narração. Se você é assinante do canal a cabo, faz login com a conta de seu provedor e tem acesso ilimitado, se não é, ainda poderá utilizá-lo por até 30 minutos a cada dia.

Aplicativo oficial do COI: The Olympics

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Este é o aplicativo oficial do Comitê Olímpico Internacional, e traz todas as notícias relevantes das Olimpíadas, e ainda permite que você veja informações sobre Olimpíadas passadas. Também disponível para iOS e Android.

Rio 2016

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É o app oficial do evento. Além de todas as informações do evento, ele permite que você acompanhe o desempenho e grade de horários de atletas e/ou seleções específicos, é também mais amigável que o The Olympics. Disponível para iOS e Android.

Streaming.

CUIDADO! Vários sites oferecem streamings ilegais de canais pagos, mas quase que invariavelmente pedem a instalação de ‘plugins’, lembre-se quem não tem pudor em roubar sinal de TV paga, e distribuir por conta própria, não terá pudor de embarcar algum tipo de malware no plugin que lhe pede para instalar.

A dica aqui é que você acompanhe pelo site do GloboEsporte, é um pouco limitado, mas completamente seguro!

Torça e divirta-se!

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GigaDSL e novos chips WiFi, a próxima geração de banda larga

Venhamos e convenhamos, velocidade para banda larga nunca é demais. Não importa quanto temos hoje, um pouco mais, ou muito mais, é SEMPRE o ideal.

A Qualcomm divulgou há alguns dias, que está lançando dois novos chips, o primeiro se chama GigaDSL, e permitirá que companhias telefônicas atualizem suas estruturas existentes, que transitam dados por ‘par metálico’ (fios telefônicos) a uma velocidade máxima, teórica, de 350mbps na tecnologia para 1Gbps como diz o novo nome.

Qualcomm

Claro, para isso as operadoras precisam estar dispostas a investir, o que, em um mercado pouco competitivo como o nosso, não é algo muito normal de vermos.

Mas se por um lado o custo de trânsito de dados por meio físico é muito caro, principalmente para a distribuição na chamada ‘última milha’, entre os armários de distribuição e o cliente final, é na tecnologia sem fio que vejo o futuro de uma internet mais rápida e acessível.

WiFi

Mas até chegarmos ao ponto que isso seja possível, ainda demora um pouco, mas quando as TVs analógicas forem proscritas, e seus espectros de banda reutilizados, poderemos ver algo neste sentido.

Enquanto isso, vamos nos virando com nossos roteadores residências, que estão cada vez mais populares, ao ponto de que quem mora em apartamentos já começa a a ter eventuais dificuldades com interferências, e baixa velocidade em suas redes sem fios, a Qualcomm apresentou um novo chip com a tecnologia 802.11ac tri-radio, que, combinando dois rádios de 5ghz, e um de 2,4ghz, pode atingir velocidades de até 3Gbps em redes WiFi, e como é capaz de operar em muitos mais canais que o normal, garante sempre o melhor trânsito de dados possíveis, especialmente para dispositivos móveis.

Excelente para quem tem servidor de mídia em casa! 😉

O que anda acontecendo no mundo tecnológico #3

Apple Watch pode dominar metade do mercado este ano.

É impressionante o sucesso que o Apple Watch está fazendo. Ao contrário do iPhone que na prática reinventou, e dominou por anos, o mercado de telefonia móvel, o relógio da Apple chegou tarde para um mercado MUITO, mas MUITO mais fragmentado e cheio de grandes participantes tradicionais que àquele. E ao que tudo indica, vai dominar este mercado, de uma venda estimada de pouco mais de 28 milhões de relógios inteligentes este ano, o IDC, uma respeitada firma de pesquisa de mercado, acredita que a Apple possuirá uma fatia de quase 50% ao final do ano. A conferir.

Operadoras querem acabar na marra com a neutralidade da rede.

Existe um princípio fundamental na internet, que é o da neutralidade da rede, ou seja, os dados que viajam através de sua infraestrutura, não podem e não devem sofrer discriminação em razão do que esteja sendo transportado. Não importa se é uma obra de Shakespeare, um meme infantil, ou transação bancária, TUDO, absolutamente TUDO, tem que ser tratado de forma isonômica. Uma declaração de um executivo da Vivo, que disse que quem faz uso de plataformas de streaming, como Youtube e Netflix têm que pagar mais, é para fazer abrir, e bem os olhos. Vale a lembrança de que a Vivo comprou a GVT, e agora irá implementar franquias de consumo de dados na empresa.

Android Auto, a versão do sistema para carros, foi lançado oficialmente no Brasil.

Carros conectados são cada vez mais uma realidade, e a Google Inc. anunciou que seu sistema operacional passou a estar disponível em 18 países, inclusive o Brasil. O Android Auto é muito mais que simplesmente uma central de mídia, ele permite que smartphones sejam conectados através de si aos carros que equipam, e permitem a interação de apps no aparelho, com o veículo e vice-versa. Seu principal rival é o Apple CarPlay.

IA do Facebook ‘mostrará’ fotos a quem não pode ver

Existe todo um conjunto de normas de usabilidade na criação de conteúdo para web, criado para ajudar aqueles que não podem ver. São normas que permitem que programas chamados ‘leitores de tela’, permitam a quem tem a visão parcial ou completamente comprometida, ‘ouvir’ o que está na tela. Um dos pontos mais complicados para fazer algo que obedeça corretamente estes termos de usabilidade, é a descrição das imagens. Pois bem, na última versão de seu app para iOS, o Facebook fez um ‘gancho’ com um programa de inteligência artificial, que tenta reconhecer, e narrar para o usuário que usa leitor de tela, o que aparece em fotos. Ponto para o Facebook!

Um dos domínios mais antigos da internet, foi leiloado!

Quick.com, um domínio criado em 31 de agosto de 1987 foi o 85º domínio de interna a ser registrado! O domínio foi parte de um grande leilão com vários outros nomes considerados ‘premium’, dia 19 de abril passado em San Francisco, e foi arrematado pelo valor astronômico de US$299.000,00!! Além dele, vários outros domínios considerados ‘premium’ foram também vendidos, Blaze.com foi arrematado por US$253.000,00, snowboard.com arrematado por US$86.250,00 e sex.co por US$63.250,00!!

Duas curiosidades, o primeiro domínio a ser registrado, em 1985, foi symbolics.com e o domínio mais caro já vendido, pelo menos que se tenha notícia, foi mi.com, comprado pela fabricante chinesa de celulares Xiamoi por astronômicos US$3,6 milhões

O que anda acontecendo no mundo tecnológico #2

Finalmente, os tênis que se amarram sozinhos!

Uma das coisas que mais deixou louca de amores a geração que era adolescente no tempo que De Volta Para o Futuro II foi lançado, não foi nem tanto o skate voador, mas sim, o tênis da Nike que tinha a incrível capacidade de auto-amarrar!

Bem ou mal, o skate voador chegou ao ‘mundo real’ ainda ano passado, no aniversário de 25 anos do filme, até a Lexus, marca de carros de luxo da Toyota, apresentou um. Bem, agora a Nike anunciou Nike Hyperadapt 1.0, o tênis auto-amarrável! Sim, graças às novas tecnologias de armazenagem de energia, e servo-motores mais eficientes, o tênis que se amarra foi anunciado.

Por enquanto ainda é um conceito, mas no final de ano deverá ser posto a venda, o preço será provavelmente será astronômico, até lá, fique com o vídeo!

https://www.youtube.com/watch?v=z7Cyv3cvIxY

Depois da Apple, o FBI vai atrás do Whats App

Lembram que eu falamos aqui que a Apple estava enfrentando o FBI, a fim de não inserir um backdoor no iOS, que no final das contas tornaria todo o sistema operacional inseguro? Bem, o FBI também foi atrás do Facebook, querendo o mesmo do WhatsApp.

Vale a lembrança que, recentemente, no Brasil, o vice presidente do Facebook foi preso por desobedecer um mandado para fornecer alguns diálogos, segundo ele, era impossível. Vamos acompanhar a história!

Ah, um desdobramento da questão da Apple, foi que ela informou que irá usar um tipo de encriptação no iCloud, que ela não poderá quebrar mesmo que queira. Pontos para a empresa.

GO: DeepMind, a inteligência artificial do Google, ganha de humano

Xadrez e Go representam a filosofia da guerra. Xadrez representa o ocidente e sua política de guerra de confronto frontal, com o objetivo de matar o oponente, ou dar ‘xeque-mate no Rei’. Go é um jogo infinitamente mais complexo, e o seu objetivo não é destruir o inimigo, mas sim, conquistar o máximo possível de território.

Ao contrário do Xadrez, em que as peças vão escasseando, em Go elas vão sendo adicionadas rodada a rodada, com a finalidade de cercar, e dominar o adversário. Pode parecer simples, mas a diversidade de jogadas é muito maior, e a estratégia muito mais complexa.

Pois bem, a DeepMind venceu Lee Se-dol, o melhor jogador do mundo, numa melhor de cinco partidas. Mas não se desespere, Se-dol conseguiu vencer uma das partidas, perdeu só de 4×1.

A China quer uma DARPA para chamar de sua

Talvez você nunca tenha ouvido falar da DARPA (Defense Advanced Research Projects Agency, Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa), ela foi criada no final da década de 1950 para financiar o desenvolvimento de tecnologias, tendo por finalidade o avanço da tecnológico em si, sem a busca pelo lucro (isto vinha em segundo plano). Entre várias coisas, a invenção da ARPANET que talvez mais tenha impactado o mundo, sim, ela é foi a gênese do que viria a ser a Internet que você está usando para ler este texto.

Agora o gigante asiático quer deixar de ser a grande unidade fabril do mundo, e pular da pura manufatura, e cópia, para invenção, criando sua própria versão da DARPA. A organização, ainda não nomeada, foi iniciativa do presidente chinês Xi Jinping, que também ocupa o cargo de Secretário Geral do Partido Comunista e Chefe da Comissão Militar Central, ou seja, ele MANDA no país.

Um dos motivos do sucesso da DARPA, foi trabalhar lado a lado com a iniciativa privada, financiando e colhendo os frutos de um trabalho altamente descentralizado, a China ainda é um regime muito fechado, e não se sabe como a ideia será implementada, mas saiba de algo, não existe povo mais obstinado neste mundo.